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1/05/2017

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Os malefícios do açucar – Por Dra. Andrezza Botelho

Colaboradores

Todos nós sabemos que o açúcar pode ser prejudicial para a nossa saúde, mas nada como uma nutricionista super competente para falar sobre os malefícios do açúcar, né?

 

Esperamos que com todas essas informações e justificativas vocês possam repensar sobre o uso abusivo do açucar e os malefícios para o nosso organismo!

malefícios açúcar

O consumo de açúcar vem crescendo a cada ano, sendo considerado uma droga estimulante, que por ser lícita, pouco se discute sobre os prejuízos à saúde humana. Seu consumo exacerbado vem trazendo consequência alarmante para a saúde da população chegando a ser considerado um problema de saúde publica atualmente, por gerar uma série de desequilíbrios sistêmicos.

A dependência química do açúcar ocorre fortemente por gerar alta sensação de prazer, estimulando neurotransmissores cerebrais. Essa sensação boa gera um vicio, pois dura pouco tempo e nos faz querer sempre mais dessa substância.

O açúcar refinado não traz beneficio algum ao organismo por não conter nenhum nutriente, apenas calorias vazias. Essa energia toda em excesso é armazenada na forma de gordura, através do hormônio chamado insulina, que quando super estimulado ou secretado constantemente leva à resistência à insulina ou Diabetes propriamente dito. O açúcar é apenas um alimento calórico, de baixa qualidade nutricional, que não oferece benefícios para o organismo. Ele rouba nutrientes, podendo alterar o meio digestivo no estômago, prejudicar a absorção de vitaminas e minerais, interferir na digestão e na absorção intestinal, além de facilitar o aumento da excreção de alguns nutrientes dentro do organismo. Além disso, o açúcar é alimento de fungos e más bactérias. Quando há um aumento desses elementos, você acaba mantendo um pH ácido no intestino, o que prejudica a absorção de nutrientes essenciais para o bom funcionamento orgânico.

Também traz prejuízos ao intestino, pois é o alimento preferido das bactérias patogênicas, fazendo essa colônia crescer rapidamente, diminuindo assim a colônia “boa”, e acabando com a flora intestinal saudável, ocasionando má absorção de nutrientes importantes; deficiência do sistema imunológico; entrada de toxinas pelos capilares levando a uma série de desequilíbrios no organismo e doenças como câncer (também serve de alimento para células cancerígenas, promovendo o crescimento de tumores).

Outros malefícios são o aparecimento de diabetes, o aumento de cáries, infecções e osteoporose, relacionados à perda lenta e constante de cálcio e magnésio que esse alimento acarretar; lesão nas paredes dos vasos sanguíneos; obesidade; envelhecimento precoce (aumento de radicais livres); hiperatividade; ansiedade; dificuldade de concentração e irritabilidade.

É fundamental o uso controlado e limitado desse alimento, para garantir a qualidade e o equilíbrio do corpo. Através de trocas inteligentes como o uso de açúcar mascavo, açúcar de coco e até o demerara podemos ingerir alguns nutrientes interessantes, mas mesmo assim o consumo tem que ser muito consciente e equilibrado para garantirmos a saúde física e mental, evitando assim o aparecimento de doenças silenciosas e danosas, que acabam levando grande parte da população à morte logo após a sua descoberta.

O açúcar rouba energia do cérebro, facilita a síndrome metabólica que é geradora de problemas cardiovasculares e da gordura abdominal, hipoglicemia reativa, distúrbios de concentração, fadiga crônica, e ainda destrói alguns nutrientes.

Além disso, o alto consumo de açúcar aumenta a formação de radicais livres, que em excesso podem causar efeitos deletérios no organismo, gerando o estresse oxidativo, ou seja, os radicais livres alteram o funcionamento das nossas células favorecendo o envelhecimento celular.

Um estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), feito com ratos de laboratório, mostrou que uma dieta com elevada dose de açúcar deixa o cérebro mais lento, prejudicando a memória e a aprendizagem. De acordo com o estudo, o consumo excessivo pode interferir na capacidade da insulina de regular como as células usam e armazenam açúcar, o que é necessário para o processamento de pensamentos e emoções.

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Andrezza Botelho – Nutricionista funcional Pós graduada em estética e cosmetologia.

Proprietária e diretora científica da Clínica Andrezza Botelho Nutrição e Bem Estar.

Tel: (011) 50821598

Instagram: @drandrezzabotelho

Promovida @ Mãe

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29/04/2017

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Sopa de mandioquinha com abóbora e frango desfiado

Alimentação

Oie!

O friozinho chegou e sopa combina demais com esse clima.

Eu adoro e faço sempre, mas infelizmente em casa somente eu que gosto. Acho que os meninos enjoaram e o marido diz que sopa não é comida (risos).

Segue uma receita muito fácil e gostosa que a nutri me passou.

Depois contem se fizeram1

Beijocas

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Sopa de mandioquinha com abóbora e frango desfiado

Ingredientes:

– 2 a 3 mandioquinhas

– Abóbora – 3 a 4 pedaços

– 500 ml de água ou caldo de legumes

– 2 colheres de sopa de manteiga (opções: óleo de coco)

– Frango desfiado (acrescentar no final)

Modo de fazer:

– Cozinhe os legumes em rodelas em água ou caldo de legumes.

– Bata no liquidificador com sal e pimenta a gosto, manteiga, ou óleo de coco, ou azeite.

– Leve a sopa novamente para a panela caso precise apurar e concentrar o sabor.

Dica: Bata junto um pouco de salsinha.

Fefa Alfano

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28/04/2017

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Primeiros socorros em crianças

Mamães e Papais

Hoje o assunto é primeiros socorros e espero ajudar você em um momento de desespero com os filhos!

 

Já precisei usar a técnica de primeiros socorros com meu caçula e ainda bem que eu tinha uma noção na época.

O Felipe engasgou feio com bala, me senti super culpada porque eu que dei a balinha pra ele. Se arrependimento matasse… Hoje ele vê alguma bala igual a que passou mal e recusa. Serviu de lição pros dois.

Muitas vezes no auge da emoção não sabemos o que fazer, mas ter uma noção de como lidar em algumas situação de socorro é essencial!

Vi em um site e achei bacana deixar registrado aqui também!

Boa leitura!

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Engasgo

O que fazer: A técnica indicada para crianças de até sete anos é a da tapotagem, que consiste em inclinar o corpo da criança para frente e com as mãos em concha bater nas costas até que o objeto seja expelido pela boca. A orientação é da professora titular de primeiros socorros da Faculdade de Educação Física UNI-FMU e autora do livro “Turminha dos Primeiros Socorros” (Editora Phorte), Flavia Maria Serra Ghiroto.

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Depois dessa idade, pode-se aplicar a manobra de Heimlich, também conhecida como compressão abdominal. Essa técnica é parecida com abraçar uma pessoa pelas costas e fazer compressão com a mão para dentro e para cima ao mesmo tempo.

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“Antes dos sete anos a manobra de Heimlich não é a primeira indicação porque é mais agressiva. Se a pessoa que a fizer não souber aplicá-la corretamente poderá comprometer as costelas da criança”, afirma Flavia.

O que NÃO fazer: A professora lembra que o reflexo imediato de muitas mães de tentar tirar o que estiver obstruindo as vias respiratórias colocando o dedo na garganta da criança não é indicado se o objeto não estiver visível e com fácil acesso. Isso pode fazer com que o problema se agrave.

Queimadura

O que fazer: Queimaduras por líquido quente são bastante comuns em crianças. O mais indicado, se for uma queimadura leve, é colocar a parte do corpo queimada debaixo de água corrente por 15 minutos.

“Se a queimadura for muito grave e a pessoa não estiver respirando, tem que fazer respiração boca a boca. Nesse caso, chame o resgate imediatamente”, recomenda a enfermeira Kátia.

O que NÃO fazer: Ao contrário do que muitos acreditam, não é indicado passar pasta de dente ou colocar pó de café.

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O que fazer: O melhor a se fazer é levar a criança até um hospital. Se possível, leve junto a embalagem do produto ingerido para que os médicos possam recomendar procedimentos mais eficazes.

O que NÃO fazer: “Uma coisa que muitos fazem equivocadamente é dar leite para cortar o efeito. Está errado. Da mesma forma, induzir a criança ao vômito também não pode”, afirma Kátia. intoxicacao

Fratura e torção

O que fazer: A única maneira de ter certeza se houve ou não fratura, quando ela não é visível, é através da radiografia. A indicação inicial é colocar gelo no local, observar o inchaço e verificar se tem hematoma.

Se o inchaço persistir e tiver muito hematoma, é muito provável que tenha ocorrido algum tipo de comprometimento ósseo. “Além de diminuir o inchaço, o gelo tem um fator analgésico que é benéfico para acalmar a dor. Se a dor persistir, procure um hospital”, recomenda Flavia Maria Serra Ghiroto.

fratura Queda

O que fazer: Se bater a cabeça, a criança deve ser avaliada por um médico. Os pais precisam ficar atentos a vômitos e ao estado da criança. Se ela estiver amuada, confusa ou não dormir direito, o melhor a se fazer é levá-la ao hospital assim que possível.

O que NÃO fazer: Kátia explica que não deixar a criança dormir se ela bater a cabeça é um mito. “Isso foi criado porque pensavam que ela poderia entrar em coma. Mas uma pessoa dormindo, com respiração e batimentos cardíacos normais, é diferente de quem está em processo de perda de consciência”.

Corte

O que fazer: “O local deve ser lavado com água e sabão. Depois, faça uma compressão com gazes ou um pano limpo para tentar parar o sangramento”, ensina Ariovaldo Lopes, pediatra do Hospital Infantil Sabará.

Se o corte não for claramente superficial, o indicado é procurar um hospital para avaliar a necessidade de dar ponto. “Deixar para suturar depois pode inviabilizar o procedimento, porque em poucas horas o risco de infecção aumenta e a sutura deixa de ser recomendada”, explica Kátia dos Santos Narciso, enfermeira docente do curso de Enfermagem e de Primeiros Socorros em Crianças da filial de São Paulo da Cruz Vermelha Brasileira.
corte
Afogamento

O que fazer: Nestes casos, o primeiro passo é checar se a pessoa está respirando. Se não estiver, deve-se iniciar um procedimento conhecido como Reanimação Cardiopulmonar (RCP). Essa técnica é complexa e o ideal seria aprendê-la através de um treinamento específico.

“Se ninguém souber e não houver tempo de chamar socorro, a respiração boca a boca é mais simples: ventila-se duas vezes dentro da boca da vítima, mantendo as narinas fechadas”, recomenda Kátia.

afogamento Transporte da vítima

O que fazer: Chamar a ambulância. Transportar uma pessoa que tenha passado por algum tipo de trauma é contraindicado. “Em casos de fratura, por exemplo, o transporte deverá ser realizado com o membro fraturado sobre uma superfície plana. Em casos de suspeita de trauma na coluna, deve-se evitar manipulações e solicitar remoção por uma ambulância”, ensina Ariovaldo.

“É um risco fazer o transporte por conta própria”, ressalta Kátia. Só o transporte feito por profissionais treinados vai garantir a estabilidade da vítima.

FONTE: Delas 

 

Fefa Alfano

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