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12/04/2017

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O que é Vérnix Caseoso?

Mamães e Papais

Outro dia estava vendo um debate entre pediatras sobre retirar ou não o Vérnix caseoso do bebê assim que ele nasce. Mas vamos com calma… Para entrarmos nessa discussão, precisamos saber o que é esse tal Vérnix Caseoso e para que serve.

Acho que vale a pena discutir com o futuro pediatra do seu bebê sobre a remoção do Vérnix de forma imediata ou não! E caso optem por esperar, não se esqueça de incluir essa observação no seu plano de parto e pedir para que o seu obstetra oriente toda a equipe da sala de parto!
Beijos!!!!
vérnix caseoso

O que é o Vérnix Caseoso:

O vérnix caseoso é um material gorduroso branco, formado pelo acúmulo de secreção das glândulas sebáceas e inclui células epiteliais e lanugem, recobrindo a pele ao nascimento.

Pode estar presente sob a forma de uma camada muito fina ou muito espessa. Varia de bebê para bebê, e não tem nenhum significado clínico.

Quando ele é formado:

Ele é formado entre a 17ª e a 20ª semana de gestação e é elemento importante para a maturação intestinal.
É produzido em geral até a 38ª semana gestacional, tem um importante poder de impermeabilização durante a vida fetal e também é muito importante sua ação antibacteriana na pele do neonato.

Em geral bebês mais maduros, com mais de 40 semanas apresentam menos vernix. Já os mais prematuros costumam nascer protegidos pela substância.

Função do Vérnix:

1. Hidratação: Devido ao seu alto teor de água, o vérnix atua como um agente hidratante e aumenta a plasticidade da pele do bebê.

2. Barreira natural contra possíveis infecções: O vérnix atua como uma barreira mecânica contra infecções bacterianas, inibindo o crescimento de bactérias e protegendo a pele do bebê.

3. Auxilia na Formação do manto ácido: No nascimento, o pH da pele é praticamente neutro. Aos poucos, o pH da pele atinge 5,5, um nível ligeiramente ácido e necessário para a defesa da pele contra o aparecimento e crescimento de bactérias patogênicas. A acidificação também mantém a integridade da barreira epidérmica. O manto ácido leva em torno de 2 a 8 semanas para desenvolver-se completamente, dependendo da idade gestacional do bebê.

4. Proteção solar: por conter melanina em sua composição, o vérniz também protege o recém-nascido da radiação ultravioleta e da luz solar.

5. Propriedades regenerativas: O vérnix contribui para a regeneração da pele. As suas propriedades de cura estão sendo estudadas para o tratamento de pacientes adultos com úlceras nos membros inferiores ou em feridas perineais após o parto. Tais propriedades também são usadas no tratamento da dermatite atópica, contra infecções bacterianas e no tratamento de pacientes com queimaduras.

Este material protetor já atuava antes mesmo do nascimento, protegendo o feto contra microorganismos presentes no líquido amniótico.

Como e quando ele deve ser retirado:

Ele pode ser absorvido e retirado com o atrito das roupas, ou pode ressecar e soltar-se no primeiro dia de vida.

Após o nascimento, ele continua protegendo a pele, porém, após as 24 horas de vida sua remoção é recomendada para evitar infecções e alergias causadas pela alta umidade.

Em alguns casos, sua remoção deve ser realizada logo após o nascimento, como é o caso de crianças filhas de mães com HIV, historia de infecções prévias e perinatais, e também em casos de líquido amniótico meconial ou fétido.
Segundo as Diretrizes da Organização Mundial de Saúde para os cuidados com o recém-nascido, o vérnix não deve ser  removido imediatamente. O banho deve ser adiado por pelo menos seis horas após o nascimento.
Fonte: Baby Center e Vila Mamífera

Kika Nalli

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10/04/2017

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Exposição solar – Cuidado! Por Dra. Sabrina Talarico

Colaboradores

Gente o tema de hoje é super sério pois envolve um grande risco à saúde da família! Nada melhor do que uma super dermatologista para falar dos cuidados que devemos tomar com a exposição solar.

Você lembra de passar o filtro solar no seu filho antes de sair de casa? Mesmo quando o dia está frio ou nublado?

A Dra. Sabrina irá falar sobre a importância desses cuidados desde cedo!

Boa leitura!

Beijos!

Você sabia que a incidência dos cânceres de pele representa 25% de todos os cânceres possíveis, ficando assim em primeiro lugar? E que os números vêm aumentando? E que mesmo aquela queimadura da infância pode representar um risco aumentado?

Seu aparecimento depende de uma predisposição geneticamente determinada somada a fatores ambientais, e aqui a exposição solar ganha destaque!

O Brasil tem grande parte do seu território entre a linha do equador e o trópico de capricórnio fazendo dele um dos países com maior insolação do mundo! Este fato somado a enorme miscigenação não permite que possamos adotar simplesmente conceitos de fotoproteção construídos em outros países. Pensando nisso a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) desenvolveu o consenso brasileiro de fotoproteção.

Os efeitos danosos do sol podem ser divididos em agudos e crônicos. Os agudos incluem as queimaduras (ficar ardido, descascar, aparecimento de bolhas e até sintomas sistêmicos como febre e mal estar). Os principais efeitos crônicos são o envelhecimento precoce (manchas, rugas, perda de firmeza, alterações de textura) catarata e os cânceres de pele.

Existem dois grandes grupos :

  1. Câncer de pele não melanoma: representa a imensa maioria, felizmente são menos agressivos! Apesar disso a própria lesão ou o tratamento necessário podem produzir deformidades estéticas e/ou alterações funcionais importantes que podem impactar bastante a qualidade de vida. São muito relacionados à exposição crônica e continuada (indivíduos que trabalham diariamente expostos por exemplo)
  2. Melanoma: Tem baixa incidência, mas alta letalidade por sua rapidez na evolução e na formação de metástases. Quando já avançado responde pobremente a quimioterapia, por isso a melhor chance que temos é na prevenção e diagnóstico precoce! O melanoma é mais associado à exposição aguda e intensa (ficar ardido todo verão por exemplo).

O sol que tomamos no início da vida pode impactar de forma crucial o surgimento de câncer de pele na vida adulta. As crianças são muito mais receptivas as informações preventivas. Introduzir hábitos de fotoproteção desde cedo pode modificar comportamentos e até influenciar a posição dos adultos!

É portanto nosso papel ampliar a consciência dos danos solares e divulgar/adotar um comportamento de proteção!

– Fotoprotetores tópicos: Ponto central, mas não único, deste comportamento é o uso do filtro solar! Ele é pode ser usado a partir dos 6 meses de idade, recomendamos o uso diário (mesmo em dias nublados) do produto com FPS de pelo menos 30 e com proteção UVA associada. Em situação de maior exposição (praia, piscina, parque ou longos períodos ao ar livre onde quer que seja) o ideal e reaplicar o produto a cada 2-3 horas ou após períodos de imersão na água. As quantidades ideais estão ilustradas na imagem que segue.

– Fotoproteção oral: Servem para reduzir o dano celular causado pelo sol, como mais uma arma, nunca usados isoladamente o em substituição ao protetor tópico!

– Fotoproteção mecânica: Uso de roupas, chapéu e óculos escuros… é bastante útil por ser uma proteção uniforme e constante, particularmente interessante para as crianças. Hoje existem produtos que incrementam as fibras com substâncias aumentando a proteção do tecido.

– Medidas gerais: Evitar a exposição solar das 10:00 as 15:00, buscar áreas com sombras. Sempre que surgir alguma lesão suspeita (pintas que aumentam de tamanho, muito escuras ou de diversas cores, muito grandes, com sintomas como coceira, dor, sangramento, ou feridas que não cicatrizam) procurar um dermatologista credenciado pela SBD.

Dra. Sabrina Talarico

Graduada pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro

Especialização em clínica médica e dermatologia pela PUC Campinas

Especialização em Dermatologia Avançada pela UNIFESP

Preceptora na unidade de Cosmiatria, Cirurgia e Oncologia da UNIFESP

Fellow pelo Hospital da universidade de Miami (foco em cirurgia dermatológica, laser e tecnologias).

Clínica Talarico:

www.talaricodermatologia.com.br

Telefone: (11) 5579-9331

Instagram: @talaricodermatologia

Facebook: talarico dermatologia

 

 

 

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8/04/2017

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Receita – Frango com requeijão

Alimentação

Oieee! Hoje é sábado, dia de receitinha aqui no blog!

Que tal uma variação deliciosa para o “franguinho nosso de todo dia”?

Por aqui essa receita é sucesso absoluto!

Espero que gostem!

Beijos!

frango com requeijão

Ingredientes:

  • 700g de peito de frango cortado em iscas

  • 2 cebolas picadas

  • 2 xícaras de requeijão cremoso

  • 1 caixinha de creme de leite

  • 1 colher de sopa de mostarda

  • Sal

  • Noz moscada

  • Queijo parmesão ralado para gratinar

  • Farinha de pão para gratinar

Modo de preparo:

  1. Em uma tigela, misturar as cebolas cortadas, o requeijão, o creme de leite e a mostarda.

  2. Dispor as iscas de frango em um prato refratário que vá ao forno, temperar com sal e reservar.

  3. Temperar com sal e noz moscada.

  4. Cobrir o frango com a mistura de requeijão.

  5. Por cima cima, adicionar o queijo ralado e a farinha de pão.

  6. Levar ao forno preaquecido 180 graus, durante 40 minutos.

Fonte: Tastemade

Kika Nalli

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