Temos o maior emprego de nossas vidas: somos mães!

24/01/2016

4 comentários

O que as mulheres sentem durante cada fase do trabalho de parto

Vida de Mãe

Como a maioria de vocês já devem saber, as minhas duas princesas nasceram por cesárea. Nem cheguei a entrar em trabalho de parto em nenhuma das duas gestações. Não me sinto menos mãe por ter tido esse tipo de parto.

Porém adoro ler e me informar sobre os tipos de partos e detalhes de cada um.

Encontrei essa matéria no site “Bolsa de Mulher” e achei super bacana para dividir com as nossas gravidinhas, tentantes e até mamães de segunda viagem que buscam informações sobre o parto normal.

Boa leitura!

Beijos!

fases trabalho parto

Pródomos:

Período de preparação que antecede o trabalho de parto, os pródromos podem começar até semanas antes e é sinal de que a gestação está chegando ao fim.

O que a mulher pode sentir:

Contração de treinamento:

Chamadas também de contrações Braxton-Hicks, elas são sinal de que o útero está treinando para a hora do parto. Elas não são ritmadas – ou seja, não permitem ser organizadas por tempo intervalos de tempo fixos – e podem aparecer e sumir por dias.

Dores nas costas:

O peso da barriga no final da gravidez já sobrecarrega a região das costas e causa incômodo. Somados às contrações, elas podem ficar mais perceptíveis e chatinhas.

Cólicas:

As contrações do útero, que são fracas e para muitas até imperceptíveis, podem causar cólicas.

Perda do Tampão Mucoso:

Muco que protege o útero de bactérias, o tampão pode começar a ser expelido durante a fase dos pródromos. Sua eliminação é mais um sinal de que o colo começou a se dilatar e, em breve, o bebê vai nascer. Ele é semelhante a um corrimento, mas mais volumoso e consistente. Pode ser esbranquiçado, rosa e amarronzado e até conter vestígios de sangue.

Incômodo no Quadril:

Como nessa fase os hormônios estão atuando sobre os ossos da pelve – deixando a região mais elástica e “solta” para o bebê passar, é natural também sentir um incômodo.

Fase Latente:

Momento que marca o início do trabalho de parto. Ela pode durar horas ou dias, variando de mulher para mulher.

O que a mulher pode sentir:

Contrações curtas:

Agora que o trabalho de parto começou, as contrações ficam ritmadas e duram, em média de 30 a 60 segundos. Elas são doloridas, mas suportáveis. Sua ação é incrível: a cada força o bebê é completamente empurrado para baixo e, aos poucos, a pressão que a cabecinha desempenha vai abrindo o colo do útero e, consequentemente, aumentando a dilatação.

Barriga dura:

Resultado da contração do útero, o enrijecimento da barriga pode durar de 30 até 45 segundos.

Dor no pé da barriga:

Também consequência do processo do retraimento do útero, a dor no pé da barriga pode aparecer durante as contrações.

Vontade de fazer cocô:

Muito comum nesta fase, ela surge para limpar o corpo para o que vem pela frente e também para liberar espaço, já que o bebê vai passar pelo canal vaginal e apertar parte do intestino.

Bolsa estourada:

Existem mulheres que, até o momento do nascimento do bebê, não tem a bolsa estourada. É possível e não há nenhum problema nisso. Com outras, pode acontecer antes mesmo do trabalho de parto e, então, ele geralmente começa em até 72 horas pós-rompimento. Portanto, a bolsa pode se romper em qualquer parte do processo, mas a tendência é que é que, se e quando acontecer durante uma das 4 fases, a mulher comece a sentir dores mais intensas.

Fase Ativa:

Considerado o momento mais difícil do parto, a fase ativa pode durar horas. Cansaço, dores e inseguranças são comuns.

O que a mulher pode sentir:

Contração regular:

Com duração de 1 minuto ou mais, agora as contrações são bem mais intensas e doloridas. É o grande sinal de que a hora está chegando.

Dor abaixo do ventre:

A dor no pé da barriga é sinal de que o bebê está passando pelo colo do útero e chegando ao canal vaginal.

Dor no quadril:

Passa o bebê passar, toda a estrutura óssea da mulher se altera. A dor no quadril é natural e resultado da abertura do osso pélvico.

Dor no Cóccix:

Sinal de que o bebê está se preparando para passar pelo quadril, a dor também aparece no cóccix.

Cansaço e Medo:

Neste período, como as contrações duram mais tempo e com intervalos menores, o cansaço aumenta e o medo surge.

Vontade de gritar:

No trabalho de parto a mulher não grita porque é escandalosa. Para algumas é uma necessidade quase incontrolável e, além de ajudar manter a concentração, age como uma canalização da energia da força comprimida. A instrução, nesse caso, é soltar o grito correto para não atrapalhar o processo. O grito estridente que vem da garganta pode atrapalhar porque trava os músculos do corpo e, portanto, fecha o canal vaginal e aperta o bebê. Já o grito em tom mais grave, parecido com aquele emitido durante o orgasmo, relaxa a garganta e, consequentemente, abre o canal vaginal, facilitando a dilatação e passagem do bebê.

Transição:

Período que aproxima ainda mais a chegada do bebê. Agora, os dois corpos estão quase atingindo o objetivo final.

O que a mulher pode sentir:

Contrações intensas:

Com dilatação de até um minuto e meio, as contrações intensas são os maiores sinais de que o bebê está quase nascendo. É um momento de muito esforço físico e emocional.

Dor na lombar:

Como o bebê está entrando no canal vaginal, o osso pélvico se abre e as dores na lombar são comuns.

Podendo durar minutos ou hora, o expulsivo é a fase que antecede do nascimento. Nele, a mulher pode sentir uma necessidade muito grande de descansar e, por isso, muitas vezes relaxa a ponto de dormir entre uma contração é outra.

Expulsivo:

O que a mulher pode sentir:

Pressão na vagina:

O bebê está descendo e é natural sentir uma pressão no canal vaginal.

Pressão no ânus:

Como o colo do útero fica direcionado para trás, ao passar pelo canal vaginal, o bebê pressiona o intestino e o cérebro entende que ele precisa ser esvaziado. Por isso, a sensação é semelhante à vontade de fazer cocô.

Vontade de fazer força:

Ela é incontrolável e vem na hora certa – quando o colo uterino já dilatou completamente. Por isso, um trabalho de parto respeitoso não conta com puxos dirigidos (quando o médico determina a hora de fazer força) porque o corpo sabe exatamente a hora que ele deve, junto com a movimentação do bebê, forçar a musculatura.

Círculo de fogo:

Comum nos relatos de mulheres que optaram pelo parto normal, a ardência, também chamada de círculo de fogo, é sinal da coroação do bebê e da distensão máxima do períneo – ou seja, marca o momento que a cabecinha começa a aparecer. Em pouco tempo e algumas contrações ele nascerá!

Pós-parto:

Mas, o funcionamento do corpo não termina no nascimento. Mesmo com o bebê no colo, ele continua trabalhando.

Expulsão da Placenta:

Após o nascimento do bebê, a placenta precisa nascer. Comum entre 5 e 30 minutos após o parto, o momento é de contrações leves e espaçadas. O sangramento é comum e sinal de que o útero está voltando ao seu tamanho normal – o processo todo dura até 40 dias.

Cólicas:

Nos primeiros momentos, enquanto amamenta pele a pele, a mulher também pode sentir cólica. Elas são sinal de que o útero está se contraindo para estancar o sangramento e voltar ao seu tamanho normal.

Kika Nalli

4    comentários
4  AMEI!

4 comentários

  1. Valdemir disse:

    Gostei do artigo, alem de esclarecedor é uma grande informação. Parabéns.

  2. Adorei o site, meus parabens!

Deixe uma resposta

clique aqui para carregar a versão desktop

© promovida @mãe - Todos os direitos reservados | DESIGN: my wishes gallery | programação: webonfocus

Muitas das imagens aqui divulgadas não são de nossa autoria. Se alguma foto for sua e você desejar que
ela seja creditada ou removida, por favor entre em contato. Obrigada. contato@promovidaamae.com.br

já curtiu a nossa fanpage?
siga o nosso instagram:
@promovidaamae

© promovida @mãe - Todos os direitos reservados | DESIGN: my wishes gallery | programação: webonfocus

Muitas das imagens aqui divulgadas não são de nossa autoria. Se alguma foto for sua e você desejar que
ela seja creditada ou removida, por favor entre em contato. Obrigada. contato@promovidaamae.com.br