Inglês para crianças: qual o melhor método? – Por Guilherme Siqueira

Qual o melhor método para ensinar para crianças? Escola Bilíngue? Curso de inglês? Aula particular?

 

Quem nos acompanha no “Stories” já deve ter visto vários posts sobre as aulas de inglês da Luísa com o Teacher Guilherme. Ela adora as aulas que são super criativas e direcionadas para a demanda de aprendizado dela. E esse foi um dos grandes motivos que me fez optar pela aula particular: saber que cada criança tem o seu ritmo de aprendizado que pode ser otimizado quando o conteúdo e a forma de inseri-lo é totalmente personalizada.

Pedimos para o Teacher Guilherme citar os métodos de ensino do inglês e pontuar vantagens e desvantagens de cada um deles.  Dessa forma fica mais fácil na hora de escolher qual o melhor método para ensinar o inglês para a sua criança.

E aí? Qual método você escolheria?

Qual o melhor método para ensinar inglês para crianças

As expectativas dos pais em relação à educação dos filhos mudam muito de família para família. A solução adotada por uma pode não ser a melhor para outra, por isso, é necessário pesquisar. Aqui você vai conhecer as diferenças entre matricular a criança em uma escola bilíngue, curso de Inglês ou professor (a) particular.

Ser bilíngue é o transitar por dois idiomas sem dificuldades, com confiança para se comunicar em qualquer situação. Hoje sabemos que quando expostos a mais de um idioma desde os primeiros anos, as crianças ganham uma habilidade natural tanto no português, quanto no Inglês.

Quais são as opções?

Escola Bilíngue:

  • Metade do período na língua materna e a outra metade na língua estrangeira;
  • O currículo da escola bilíngue é voltado para o ensino das matérias e não para o ensino apenas da língua;
  • O aluno aprende todos os dias durante 4 horas diárias de convívio.
  • Se socializa com um grupo de alunos, professores e profissionais que atuam na escola.

Cuidados:

Muitas horas de aula, no caso do ensino de línguas pode causar um bloqueio emocional se a criança nunca teve contato com a língua.

Algo comum entre meus alunos é que não falavam inglês fora da escola bilíngue. Se recusavam a falar inglês e parecem não entender coisas que na escola ele faz sem dificuldades.

Escola de Inglês:

  • Aulas com foco principal no aprendizado do inglês como língua estrangeira, e não dentro de outras matérias;
  • 100 minutos a 4 horas semanais.
  • Há materiais como livros didáticos com número específico de unidades que devem ser ensinadas em um determinado número de aulas.
  • Os temas abordados referem-se a situações específicas que os alunos vão enfrentar ao usar o inglês em uma viagem, ou com amigos estrangeiros
  • São elaborados testes para avaliar a aquisição das estruturas e do vocabulário apresentados nas unidades

Cuidados:

Dobrar a rotina escolar pode ser ótimo para avançar o inglês. Mas lembre-se que a criança tem muito tempo para aprender e a quantidade de aulas não pode ser um fator determinante.

Algumas dessas escolas produzem um conteúdo onde o aluno tem que absorver inglês de acordo com a velocidade da escola. Tudo é separado em unidades e o aluno pode não conseguir fazer as conexões da língua com naturalidade.

Não dá para avaliar a habilidade de comunicação em nenhuma língua através de provas no papel. Isso pode causar uma pressão desnecessária e bloquear o desenvolvimento.

Aulas em casa:

(Professor (a) particular ou escolas com professor a domicílio)

  • Aulas sem foco principal, o professor pode alternar entre matérias como na escola bilíngue, quanto focar no Inglês em diferentes aulas.
  • Há mais proximidade com os responsáveis pela criança, o ensino está mais voltado para a formação do aluno;
  • Em média de 1 a 3 aulas por semana;
  • A continuidade dos temas das aulas é feita de acordo com as reações e desenvolvimento do aluno.
  • A atenção exclusiva permite correção imediata e avaliar a aquisição das estruturas e do vocabulário através de anotações e histórico.

Cuidados:

Evite professores (as) particulares que usam unidades e aplicam provas, (algumas escolas a domicílio) que podem também interferir negativamente e desnecessariamente no aprendizado.

Mantenha uma câmera no ambiente da aula para segurança em caso de acidentes domésticos.

Como escolher?

Como eu disse no começo, cada família tem uma expectativa. E todas as opções funcionam, umas melhores que as outras de acordo com a família, mas principalmente o interesse e a personalidade da criança.

Na minha experiência, muitos deles já estiveram em escola bilíngue e mudaram para particular, ou estão se preparando comigo para enfrentar as aulas em grupo no futuro.

Pense na adaptação e o que é realmente melhor para seu filho aprender o segundo idioma com maior eficiência.

Guilherme Siqueira

Telefone para contato: (11) 96587-3993

Instagram: @teacherguilherme
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