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26/05/2017

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O que é translucência nucal?

Vida de Mãe

Tem gravidinha querendo saber o que é a Translucência nucal?

 

Resolvi fazer este post principalmente para vocês que estão prestes a fazer o exame morfológico que mede a translucência nucal do feto.

Quando estamos grávidas temos muitos alegrias, mas muitos medos e inseguranças também, não é mesmo?

Tudo é novo! Queremos fazer o melhor para aquele bebezinho que está crescendo dentro da gente e não queremos que nada dê errado.

Lembro bem que os ultrassons morfológicos eram muito esperados por aqui. Neles  que podemos ver se as coisas estão indo dentro do normal ou se o feto possui alguma alteração genética.

O primeiro morfológico fiz com doze semanas e o que eu mais queria ver era essa bendita medida, assunto de hoje!

Veja mais abaixo do que se trata.

Boa leitura e beijos

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Uma das primeiras sensações de uma mulher que deseja ter um filho e descobre que está grávida é uma felicidade imensa que irradia para todos os lados.

Um tempo depois, essa alegria se mistura com um pouco de preocupação com o futuro bebê: “Será que está tudo bem com o meu filho?”, “Será que ele está se desenvolvendo normalmente dentro da barriga e com saúde?”.

Para saciar essa expectativa da futura mamãe, há alguns exames que são feitos por especialistas durante toda a gestação que podem dizer se está ou não tudo bem com o bebê em desenvolvimento. Um desses exames é a medida de Translucência Nucal (TN).

A Translucência Nucal é medida durante a ultra-sonografia realizada entre a 11a e 13a semana gestacional. A ultrassonografia geralmente é abdominal, mas se a medida não for possível, pode ser necessária a realização da ultrassonografia transvaginal.  Se houver um acúmulo excessivo de líquido na região da nuca do feto, aumenta o risco do bebê ter uma alteração cromossômica, mal-formações ou alguma síndrome genética.

Vale ressaltar que a TN não faz o diagnóstico, isto é, não oferece certeza absoluta, mas revela um risco grande daquele feto que está com acúmulo de líquido na região da nuca apresentar alguma alteração. Lembre-se que fazer um diagnóstico de alguma alteração precoce é fundamental para a realização de um tratamento o mais breve possível.

Síndrome de Down – A mais conhecida das alterações cromossômicas é a Síndrome de Down, onde, além da TN, a idade materna e a história anterior na família de alteração cromossômica também são importantes para calcular o risco. Para se ter certeza do diagnóstico de Síndrome de Down é preciso realizar outros exames como o estudo de cariótipo fetal (aminiocentese).

Dos fetos que apresentam a TN aumentada e o cariótipo normal, há grandes chances de mal-formações do coração, síndromes genéticas ou mesmo o não desenvolvimento pleno do feto resultando em abortos espontâneos ou morte intra-útero.

Toda mulher tem algum risco de dar a luz a um bebê com alguma alteração cromossômica. Se a mamãe tiver 25 anos, o risco inicial é de 1/430, isto é, a cada 430 mamães, 1 terá um filho com anomalia cromossômica. Caso tenha 35 anos, o risco sobe para 1/125.

Mas esse número pode aumentar ou diminuir de acordo com os fatores já mencionados aqui, entre os quais a idade da mulher (quanto mais velha a mamãe grávida, maior é o risco) e de história na família de alterações, chamado de risco ajustado ou individual.

Como é um exame simples e não invasivo, ou seja, não há risco para mamãe e nem para bebê, esse exame deve ser realizado rotineiramente no pré-natal em todas as mamães grávidas.

A partir do cálculo desse risco deve-se então verificar a necessidade de se realizar exames mais invasivos para se ter a certeza do diagnóstico, possibilitando tratamento mais específico e o aconselhamento genético para o casal sobre as possíveis anomalias do seu bebê.

Dicas

A Translucência Nucal também proporciona verificar com mais precisão a idade gestacional da mulher, facilitando o acompanhamento do crescimento fetal.

Caso a TN estiver aumentada, não tenha medo e pergunte tudo o que lhe passar pela cabeça na consulta médica.

Quanto mais conhecer o seu bebê, melhor você vai poder cuidar da maior preciosidade que você carrega.

FONTE: Guia do Bebê

Fefa Alfano

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26/04/2017

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A segunda gravidez – depoimento

Vida de Mãe

Fomos convidadas para escrever para um blog que adoramos: Cheguei ao Mundo. Ficamos super felizes com o convite e como o meu texto foi um depoimento sobre as minhas gestações, achei legal compartilhar com vocês por aqui também!

Escrevi de todo coração! Espero que gostem!

Beijos!!!

Oie! Sou a Kika do Blog Promovida a Mãe. Sou mãe de duas lindas princesas, a Laura hoje com 7 anos de muita travessura e a Luísa de 3 anos de grande vivacidade e inteligência.

Falar de gravidez é algo que me fascina! Como amei estar grávida e ser promovida a mãe… Sentia-me plena, bonita e poderosa gerando uma nova vida! Morro de saudades dos chutes, soluços e piruetas e não é incomum me pegar sonhando acordada com esse período!

Assim como cada filho é único, achei que as duas gestações foram únicas também! Cada uma teve a sua magia, porém foram 9 meses bem distintos…

A segunda gravidez veio após um pouco mais de 3 anos do nascimento da minha primeira filha. Precisei desse tempo para realmente acreditar que poderia e deveria ser mãe novamente, pois passamos um susto com a nossa primogênita, no qual me marcou profundamente. Antes da Luísa chegar sofri um aborto espontâneo, outra marca profunda para mim e para todas as mulheres que vivenciam esse tipo de experiência!

Mas como tudo na vida passa, viramos essa página e persistimos nos nossos sonhos! A nossa Luísa foi muito desejada e amada, outro presente que recebi em minha vida!

Na minha primeira gravidez, passei muito mal nos 3 primeiros meses. Já aconteceu de ter de parar o carro no meio da rua para… Vocês me entendem né? Rsrs. Porém foi uma gestação tranquila do começo ao fim. Trabalhei quase até o final da gestação, mas também tive muito tempo para curtir cada segundo. Como mãe de primeira viagem, pesquisei e li muito sobre a maternidade…

Já na segunda gravidez o inicio foi maravilhoso, mas, com 30 semanas de gestação, perdi o meu tampão mucoso e tive que encarar um repouso absoluto por 8 semanas. Esse período foi extremamente difícil, pois, já tinha a  Laurinha que me demandava muita atenção!

A “culpa” foi um sentimento que surgiu na segunda gestação.  Pelo fato de já ter vivenciado uma gravidez, associado ao fato de ter uma criança que me tomava todo o tempo e as tarefas do dia a dia, não sobrava muito tempo para “curtir” a barriga. Lembro que na gravidez da Laurinha conseguia acariciar, cantar e me conectar mais com a barrigona! Mas como toda mãe carrega culpa, hoje entendo que isto é perfeitamente aceitável!

A decisão de ter o segundo filho foi uma das melhores da minha vida! As duas me completam, se completam e tornam a minha família, a mais feliz do mundo! Agradeço todos os dias pela oportunidade e o privilégio de ser mãe de duas meninas tão maravilhosas!

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Grávida da Laurinha

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Grávida da Luísa

 

 

Kika Nalli

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21/04/2017

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Trombofilia na gestação – Você sabe o que é?

Vida de Mãe

Como uma “boa filha” de um angiologista/cirurgião vascular, sempre escutava meu pai falar sobre trombofilia. Sabia que era algo grave, mas não conhecia a fundo o assunto até engravidar!

Claro que durante meu pré natal, meu pai checou cautelosamente se todos os exames foram solicitados para prevenir a trombofilia e graças a deus estava tudo ok!

Mas o assunto é sério pessoal e grave tanto para a grávida como para a saúde do seu bebê. Portanto fiquem atentas e converse com o seu médico sobre a possibilidade de incluir esses exames no seu pré natal! Afinal é melhor prevenir do que remediar!

Pedi muito para o meu pai escrever sobre esse assunto aqui no blog. Porém “casa de ferreiro espeto de pau”, ele não me entregou o texto até hoje! Como considero algo grave e que seria muito bom se nossas gravidinhas ficassem alertas em relação ao assunto, fiz uma pesquisa para tentar esclarecer alguns pontos.

Prometo que se meu pai entregar o texto (oremos!kkk) eu posto também!

Beijos!

trombofilia

O que é a trombofilia?

A trombofilia se caracteriza por alterações – hereditárias ou adquiridas – que fazem o sangue ficar em permanente estado de hipercoagulabilidade. Com essa “solidificação” sanguínea, aumentam os riscos de trombose, levando ao entupimento de artérias e veias. Não se trata de uma doença, mas de uma condição que pode ter diferentes causas.

Porque na gravidez a trombofilia ainda é mais perigosa?

Na gestação as chances se multiplicam. As gestantes, por já estarem submetidas a um estado de hipercoagulabilidade típico da gravidez, têm a ameaça de fenômenos trombóticos elevada em muitas vezes.

Sinais de alerta:

O que pesa mais é o histórico pessoal e familiar da mulher. Se ela já teve um ou mais episódios de trombose, há grandes chances de que isso se repita durante a gestação. Caso familiares mais próximos (pai, mãe, avós e irmãos) tenham histórico de infarto, AVC ou morte súbita antes dos 50 anos também vale investigar se há relação com a trombofilia.

Desconfia-se que a gestante possa ter algo relacionado quando ela apresenta histórico de abortos de repetição, mais de uma gravidez complicada com hipertensão, restrição de crescimento fetal, descolamento de placenta, entre outros distúrbios.

Causas:

Há duas possibilidades de origem para a trombofilia. Uma é hereditária, quando a condição está ligada a fatores genéticos. Outra é quando essa condição é adquirida. Neste caso, ela pode ser desencadeada por diversos fatores que aumentam a coagulação do sangue. Entre eles estão o uso de estrogênios, terapia de reposição hormonal, viagens aéreas prolongadas (por causa da pressão), cirurgias, imobilização e também a gravidez. Quando a trombofilia é adquirida, o quadro mais comum é o da síndrome antifosfolípide, ligada à produção de um tipo de anticorpo que estimula a coagulação.

Fatores que podem piorar o quadro:

A gestação gemelar, por exemplo, aumenta o risco de trombofilia porque a mulher produz mais fatores de coagulação. A desidratação também pode agravar a situação porque engrossa o sangue. Vale mencionar ainda o uso de drogas e o cigarro, assim como o excesso de peso, uma vez que a gordura aumenta os riscos de trombose. (Por esse motivo, a gestante deve ficar ainda mais atenta à balança e praticar atividades físicas com regularidade). Quanto mais avançada a idade da mulher, maior é o risco de trombofilia.

Sintomas:

Muitas vezes essa condição é assintomática, mas um dos sinais de alerta é o inchaço repentino. Aquelas gestantes que têm pré-eclâmpsia antes de 34 semanas de gravidez também devem ficar atentas. Outro sinal de alerta é quando a barriga da mãe cresce pouco, já que o bebê não se desenvolve como esperado.

Medidas preventivas:

Se a mulher for viajar de avião, os exames do bebê têm de estar normais e, mesmo assim, os médicos só costumam liberar trajetos mais curtos, com duração máxima de 4 horas. Nesse período, é importante que a grávida se mantenha bem hidratada e tente se mexer durante o voo. No dia a dia, devem ser tomadas precauções gerais, como uso de meias elásticas, realização de atividade física e controle clínico e obstétrico regular.

Tratamento:

De acordo com o histórico pessoal e familiar, e com os resultados dos exames de trombofilia, pode ser necessário uso de heparina e/ou ácido acetilsalicílico. No caso das futuras mães, deve ser feito de modo injetável (jamais oral) e respeitado com rigor.

Fontes: Pais e Filhos e Crescer

Kika Nalli

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