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22/03/2017

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Diástase

Vida de Mãe

Oie.

Tudo bem com vocês?

Hoje vou reforçar sobre um assunto que já foi abordado aqui e que sempre nos perguntam: Diástase!

A barriga muda demais após a gestação, mas tratando o músculo reto abdominal pode voltar ao normal.

Boa leitura!

Beijocas

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A diástase músculo da barriga (conhecido como reto abdominal) é uma manifestação clínica visível na parte do meio da barriga, onde se observa uma abertura ou abaulamento da região, principalmente durante esforços. Ela ocorre mais comumente em mulheres que passaram por diversas gestações, pois resulta em aumento do útero típico da gravidez, que acaba “empurrando” os músculos abdominais para os lados. No entanto, existem outras causas de diástase do reto abdominal, tais como: excesso de peso, desnutrição e aumento da pressão intra-abdominal (que pode ocorrer devido a um tumor, por exemplo).

O músculo reto abdominal funciona como duas longas cintas que sustentam a região anterior do abdômen, desde o processo xifoide (parte de baixo do osso do peito) até o osso púbico (parte do meio da bacia). Quando os dois músculos se distanciam, a parte entre eles fica sem sustentação e acaba abaulando a região.

Esta separação do músculo reto abdominal pode comprometer a estabilidade corporal e a mobilidade, contribuindo para o aparecimento de dor nas costas, comprometendo a postura, além de problemas estéticos.

Mulheres que não fazem exercícios físicos e, assim, não têm o abdômen trabalhado, desenvolvem mais chances de apresentar o problema. Contribuem também hormônios da gestação que causam o relaxamento muscular, um bebê grande e excesso de líquido amniótico.

Diagnóstico e prevenção da diástase

Além do exame físico realizado pelo seu médico, o ultrassom e tomografia são exames que comprovam e medem com mais detalhes o local e extensão da diástase. Esses exames são solicitados pelo convênio médico da paciente caso deseje realizar o tratamento clínico ou cirúrgico da moléstia.

Existem muitos graus de diástase e os tratamentos são sempre personalizados para cada caso. Pode existir hérnia no local da diástase que também deve ser abordada (se existir indicação para isso).

Infelizmente, não é possível prevenir a diástase, mas manter o espaçamento entre as gestações em pelo menos dois anos e realizar exercícios físicos que fortaleçam a região pode reduzir as chances.

Tratamento da diástase

Clinicamente, pode-se realizar tratamentos com fisioterapeuta ou profissional de saúde habilitado para orientar o fortalecimento dos músculos acometidos. Exercícios mau executados podem causar uma piora da queixa e por isso é fundamental procurar ajuda especializada.

Se a gestação causar afastamento dos músculos menor que quatro centímetros, muitas vezes é possível reverter a situação com exercícios físicos em até três meses. Se for maior, pode ser necessária uma cirurgia para unir os lados, usualmente realizada por cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

A cirurgia consiste num corte transversal no abdome inferior (como se fosse uma cesariana) com descolamento do tecido até o nível do umbigo ou acima se for necessário. Faz-se uma aproximação dos músculos sendo eles fixados pela aponeurose (uma pele grossa que recobre a musculatura abdominal como se fosse uma cinta). Esta cirurgia também é estética pois diminui o volume do abdome e define a cintura da paciente. Nesses casos ela é associada a uma miniabdominoplastia ou a uma abdominoplastia clássica.

O tempo de recuperação após o parto é diferente para cada mulher. Isso pode depender do corpo que você tinha antes de engravidar e pode levar apenas alguns meses ou até mais de um ano para que a recuperação completa ocorra.

O tempo de recuperação após o parto é diferente para cada mulher. Isso pode depender do corpo que você tinha antes de engravidar e pode levar apenas alguns meses ou até mais de um ano para que a recuperação completa ocorra.

Fonte: Minha Vida 

Fefa Alfano

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10/03/2017

2 comentários

Quando fazer o ensaio gestante?

Vida de Mãe

Oieee!

Este post é especial para as gravidinhas e vou contar aqui sobre minha experiência nos dois ensaios de grávida que fiz.

Quando engravidei do meu primeiro filho, comecei a pesquisar algumas fotógrafas para fazer um ensaio, pois era meu sonho ter esse momento único bem registrado.

Dei uma pesquisada e vi que a maioria das mães fazem antes de trinta e cinco semanas, pois depois já estão mais inchadas, cansadas e vai que o bebê adianta…

De acordo com este pensamento fiz as fotos do Rafael com trinta semanas e do Felipe com trinta e duas. Em nenhum dos ensaios eu estava inchada, mas a barriga do Fefê estava bem maior que a do Rafa (dizem que na segunda gestação cresce mais rápido o barrigão).

Vou deixar uma dica bem bacana sobre a roupa do ensaio… Por incrível que pareça, usei muitas blusas de não gestante. Mesmo não fechando algumas os botões, ou tendo um caimento normal, a fotógrafa amarrava ou enrolava as peças de um jeito lindo valorizando a barriga. Não sei preocupem em comprar roupas para este momento!!!

As três blusas abaixo não são de gestante. E olhem como deu super certo usar!

A calça é a mesma nos três modelitos! hehe

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Outra dica é levar alguns acessórios do bebê. Sapatinhos, quadrinhos, bichinhos ou roupinhas… Fica lindo!

No segundo ensaio o rafa participou. Foto dele com o quadro do irmão! S2

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Medalha que coloquei nome do Rafael e foi minha quando eu era bebê! De geração pra geração!

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Gostaram das ideias?

Beijocas

 

 

Fefa Alfano

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8/03/2017

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Iodo na gestação aumenta o QI do bebê?

Vida de Mãe

Oie pessoal!

Tudo bem?

Minha última gestação foi há um pouco mais de quatro anos atrás. As coisas mudam rapidamente, novos estudos são sempre feitos e vejo muitas coisas diferentes da minha época de gravidez pra hoje… E olha que nem faz tanto tempo assim!

Li uma matéria de uma grávida famosa onde ela falou que estava ingerindo capsulas de iodo na gestação. Fiquei cuiosa e corri para saber mais sobre o assunto e vou dividir hoje com vocês!

Boa leitura!

Beijocas

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FOTO: BIGSTOCK.COM

Suplementos de iodo na gravidez

O iodo desempenha um papel central no funcionamento da Tireoide, que por sua vez regula o funcionamento do metabolismo.

Numa mulher grávida, além do metabolismo, o iodo ajuda no desenvolvimento do cérebro e sistema nervoso central do bebê, contribuindo assim para a diminuição do risco de deficiência cognitiva e danos cerebrais congênitos.

Além disso, o iodo absorvido pelo organismo da mãe vai também sustentar o funcionamento da tireoide do bebê durante a gestação e aleitamento.

Qual a dosagem de iodo recomendada na gravidez?

A dose diária recomendada para uma mulher grávida situar-se entre o 220 mcg e os 250 mcg (1000mcg = 1mg) podendo ir até 290 mcg durante o aleitamento, podendo esses valores ser atingidos com uma dieta rica em iodo, ou com recurso a suplementos.

Como cerca de 90% do iodo ingerido é libertado na urina, os suplementos de iodo contém normalmente doses superiores à dose diária recomendada, de forma a garantir que a quantidade absorvida é a ideal.

Alimentos ricos em iodo

Para atingir a dose recomendada de iodo, pode também enriquecer sua dieta com alguns dos seguintes alimentos:

  • Ovo cozido – 12 mcg
  • Atum em lata (1 dose – 85g) – 17 mcg
  • Queijo mozzarella (1 dose – 56g) – 20 mcg
  • Camarão (1 dose – 85g) – 35 mcg
  • Leite (copo) – 56 mcg
  • Batata (assada) – 60 mcg
  • Bacalhau (1 dose – 85g) – 99 mcg
  • Iogurte natural (copo) – 154 mcg
  • Alga seca (7g) – 4500 mcg

O que acontece se eu tomar iodo em excesso?

Mesmo tomando suplementos, é pouco provável que você desenvolva alguma patologia relacionada com consumo excessivo de iodo.

Ainda assim, em algumas pessoas o funcionamento da tireoide pode ser afetado, potenciando problemas como excesso de peso ou alterações do ritmo cardíaco. Porém esses casos não são frequentes e estão normalmente relacionados com patologias pré-existentes.

Quem deve tomar suplementos de iodo?

As mulheres grávidas ou em período de aleitamento tem necessidades maiores de iodo, podendo por isso ser aconselhadas pelo médico a suplementar o seu consumo de iodo.

No entanto, nem todas as grávidas necessitam de suplementos de iodo, isso é algo que o seu médico decidirá após avaliar o seu estado geral.

Convém lembrar que no Brasil o sal é iodado, algo que contribui para melhorar os níveis de iodo na população. Mesmo assim, no Brasil estima-se que cerca 10% das mulheres tenham deficiência de iodo durante a gravidez.

Já em Portugal, esse número poderá atingir os 83%, de acordo com dados de um estudo realizado em 2012, o que motivou a Direção-Geral de Saúde a recomendar a prescrição geral de suplementos de 150 a 200 mcg/dia durante a gravidez e aleitamento.

FONTE: Guia da Grávida

Fefa Alfano

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