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19/03/2017

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Vacinas na gravidez

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A gestação é um período maravilhoso mas também de muitas dúvidas… Lembro que ficava com muito medo de consumir determinados tipos de alimentos, fazer certas atividades físicas e até de tomar vacinas!!!!

Como planejamos as nossas duas gestações, colocar o calendário de vacinação em dia fez parte do meu pré natal. Então engravidei com a maioria das vacinas importantes em ordem! Para as mamães que estão planejando a gravidez, vale a pena discutir esse assunto com o seu ginecologista. manter a carteira de vacinação em dia traz benefícios tanto para a gestante quanto para o bebê. Além de proteger a futura mamãe destas doenças, a transferência de material por meio da placenta leva o bebê a receber os anticorpos gerados pelo organismo da gestante, o que aumenta a sua imunidade também.

Mas tem muitas mamães que são pegas de surpresa… E aí? Posso tomar as vacinas grávidas? Quais delas são recomendadas? Quais tenho que evitar? Apesar de ser um tema que DEVE ser discutido com o médico, li um artigo que esclarece um pouco essas dúvidas!!!

E por aí? Como anda o seu pré natal?

Beijos!

vacina na gestação

Vacinas que podem ser tomadas:

Hepatite A – Apesar de não ser considerada prioridade para gestantes, ela pode ser indicada em casos específicos (como viagem para localidades com estrutura sanitária precária, por exemplo). Pode ser tomada do segundo trimestre de gestação em diante, em duas doses. Não está disponível na rede pública para adultos.
Hepatite B – Previne uma doença silenciosa que pode ser transmitida para o bebê tanto durante a gestação quanto na hora do parto. São três doses que podem ser tomadas a partir do segundo trimestre de gravidez e está disponível na rede pública.
Influenza – Importante principalmente pelo fato de que a gripe, seja ela a comum ou a AH1N1, é bem mais grave durante a gravidez, podendo trazer sérios riscos à saúde de mãe e bebê. Ela deve ser tomada em dose única e em qualquer fase da gestação, lembrando que é também distribuída gratuitamente na rede pública de saúde.
Tríplice bacteriana (acelular do tipo adulto dTpa) – Protege a gestante contra a difteria, tétano e coqueluche e está disponível na rede pública. Vale lembrar que essa vacina imuniza o recém-nascido contra a coqueluche. Pode ser tomada no máximo até 20 dias antes do parto.
Meningocócica Conjugada – Esta vacina é recomendada somente em três casos: quando ocorrem surtos de meningite; quando a gestante nunca foi imunizada contra a doença; ou quando foi vacinada há mais de cinco anos. Pode ser tomada em qualquer período da gestação, mas não está disponível na rede pública.

Vacinas Proibidas:

A recomendação dos especialistas é para que sejam evitadas quaisquer vacinas que sejam produzidas à base de micro-organismos enfraquecidos, pois há sérios riscos de que o feto seja contaminado pela doença contra a  qual a gestante está sendo imunizada.
Entre as vacinas que se encaixam neste quadro – e que estão proibidas para gestantes – pode-se destacar:
  • Tríplice Viral
  • Varicela
  • Febre Amarela

Fonte: A Revista da Mulher

Kika Nalli

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17/03/2017

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Quando passar o meu filho do berço para a cama

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Estava conversando com uma amiga que está desesperada com a nova situação da casa dela. Sua filha Julia de 2 anos e meio, estava ficando “pequena” para o berço e os pais resolverem comprar uma cama linda para ela. Desde então é um show na hora de dormir e a Julinha vem acordando várias vezes durante a noite… Ela estava super chateada com a situação e se culpando por talvez ter antecipado essa transição.

Aqui em casa foi bastante tranquilo com as minhas duas! O berço se transformava em mini cama, então à partir do momento que notava que elas estavam tentando escalar as grades eu e meu marido já conversávamos com elas, explicando que tinham ficado mocinhas que já estava na hora de ter uma caminha… Elas se sentiam super “grandes”! A troca pela caminha era motivo de festa, de ligações para os avós e familiares para contar a novidade.

Mas realmente essa transição pode gerar duvidas e angustias para os pais. Será que realmente existe “o momento ideal”? E se anteciparmos essa fase? Ou atrasarmos? O que pode acontecer?

Segundo alguns especialistas mudanças bruscas e fora de época podem gerar alguns traumas. Além disso a segurança deve ser levada em consideração. Então como e quando devo fazer isso?

Geralmente a troca do berço pela cama pode acontecer entre 1 ano a 3 anos e meio. Tudo vai depender de cada bebê e do seu desenvolvimento.

Tente fazer o processo da forma mais natural possível, apontando os ganhos e mostrando tudo pelo melhor caminho. Vale a pena fazer bastante festa e elogiar muito o momento! Por aqui ajudou muito!

Nunca force a criança! Sempre achei que uma boa conversa, adequada para a idade, funciona muito! A Luísa, por exemplo, ama a Ariel. Meu marido falou que a Ariel tinha uma cama igual, que era de princesa, etc… Ela topou na hora!!!

Uma das coisas que pode ajudar também é envolver a criança na mudança… Ir com ela escolher a cama, comprar um jogo de cama novo…

Enfim, como em tudo na maternidade, não existe uma receita pronta! Temos que sentir e respeitar a individualidade de cada criança e com muito carinho e paciência tentar conduzir essa fase.

E por aí? Como foi essa troca?

Conte pra gente!

Beijos!

troca berço e cama

 

Kika Nalli

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10/01/2017

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O bicho ideal

Mamães e Papais, Sem categoria

Quem me conhece sabe que sou apaixonada por bichos! Em Maio de 2017 a minha Meg vai completar 16 anos!!!

Acho que os animais estimulam as crianças em todos os sentidos: motor, emocional e as ensinam o tempo todo!!!

Eles chegam de mansinho em nossas vidas e tomam conta de nossos corações!

Sempre tive cachorro em casa mas há quem opte por outros animais como gatos, aves, peixes, roedores, etc… Independente do animalzinho, é preciso fazer uma escolha consciente e lembrar que qualquer bichinho demanda cuidados, atenção e amor!

Separei prós e contras que devem ser levados em consideração na tentativa de ajudar vocês na escolha do bicho ideal!

Conte pra gente qual animalzinho você tem ou pretende adotar ou comprar!!!

Beijos!!!

bicho-ideal

Independente da espécie é preciso analisar 3 questões: tempo, espaço e dinheiro disponíveis.

Cães: exigem mais atenção e espaço.

Gatos: são independentes e se adaptam bem em áreas menores.

Peixes: são sensíveis, mas dão pouco trabalho.

Aves domésticas: vivem muitos anos e requerem compromissos a longo prazo.

Além disso, deve-se levar em consideração que qualquer bichinho necessita de uma alimentação adequada e acompanhamento veterinário, além dos cuidados com a higiene!

Os animais exóticos também precisam de autorização do IBAMA.

E atenção!!! Sempre pesquise as características da espécie ou raça desejada. Quem tem crianças deve buscar pets dóceis e sociáveis, além de educar os filhos para respeitar e tratar bem o bichinho!

Kika Nalli

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