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21/04/2017

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Trombofilia na gestação – Você sabe o que é?

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Como uma “boa filha” de um angiologista/cirurgião vascular, sempre escutava meu pai falar sobre trombofilia. Sabia que era algo grave, mas não conhecia a fundo o assunto até engravidar!

Claro que durante meu pré natal, meu pai checou cautelosamente se todos os exames foram solicitados para prevenir a trombofilia e graças a deus estava tudo ok!

Mas o assunto é sério pessoal e grave tanto para a grávida como para a saúde do seu bebê. Portanto fiquem atentas e converse com o seu médico sobre a possibilidade de incluir esses exames no seu pré natal! Afinal é melhor prevenir do que remediar!

Pedi muito para o meu pai escrever sobre esse assunto aqui no blog. Porém “casa de ferreiro espeto de pau”, ele não me entregou o texto até hoje! Como considero algo grave e que seria muito bom se nossas gravidinhas ficassem alertas em relação ao assunto, fiz uma pesquisa para tentar esclarecer alguns pontos.

Prometo que se meu pai entregar o texto (oremos!kkk) eu posto também!

Beijos!

trombofilia

O que é a trombofilia?

A trombofilia se caracteriza por alterações – hereditárias ou adquiridas – que fazem o sangue ficar em permanente estado de hipercoagulabilidade. Com essa “solidificação” sanguínea, aumentam os riscos de trombose, levando ao entupimento de artérias e veias. Não se trata de uma doença, mas de uma condição que pode ter diferentes causas.

Porque na gravidez a trombofilia ainda é mais perigosa?

Na gestação as chances se multiplicam. As gestantes, por já estarem submetidas a um estado de hipercoagulabilidade típico da gravidez, têm a ameaça de fenômenos trombóticos elevada em muitas vezes.

Sinais de alerta:

O que pesa mais é o histórico pessoal e familiar da mulher. Se ela já teve um ou mais episódios de trombose, há grandes chances de que isso se repita durante a gestação. Caso familiares mais próximos (pai, mãe, avós e irmãos) tenham histórico de infarto, AVC ou morte súbita antes dos 50 anos também vale investigar se há relação com a trombofilia.

Desconfia-se que a gestante possa ter algo relacionado quando ela apresenta histórico de abortos de repetição, mais de uma gravidez complicada com hipertensão, restrição de crescimento fetal, descolamento de placenta, entre outros distúrbios.

Causas:

Há duas possibilidades de origem para a trombofilia. Uma é hereditária, quando a condição está ligada a fatores genéticos. Outra é quando essa condição é adquirida. Neste caso, ela pode ser desencadeada por diversos fatores que aumentam a coagulação do sangue. Entre eles estão o uso de estrogênios, terapia de reposição hormonal, viagens aéreas prolongadas (por causa da pressão), cirurgias, imobilização e também a gravidez. Quando a trombofilia é adquirida, o quadro mais comum é o da síndrome antifosfolípide, ligada à produção de um tipo de anticorpo que estimula a coagulação.

Fatores que podem piorar o quadro:

A gestação gemelar, por exemplo, aumenta o risco de trombofilia porque a mulher produz mais fatores de coagulação. A desidratação também pode agravar a situação porque engrossa o sangue. Vale mencionar ainda o uso de drogas e o cigarro, assim como o excesso de peso, uma vez que a gordura aumenta os riscos de trombose. (Por esse motivo, a gestante deve ficar ainda mais atenta à balança e praticar atividades físicas com regularidade). Quanto mais avançada a idade da mulher, maior é o risco de trombofilia.

Sintomas:

Muitas vezes essa condição é assintomática, mas um dos sinais de alerta é o inchaço repentino. Aquelas gestantes que têm pré-eclâmpsia antes de 34 semanas de gravidez também devem ficar atentas. Outro sinal de alerta é quando a barriga da mãe cresce pouco, já que o bebê não se desenvolve como esperado.

Medidas preventivas:

Se a mulher for viajar de avião, os exames do bebê têm de estar normais e, mesmo assim, os médicos só costumam liberar trajetos mais curtos, com duração máxima de 4 horas. Nesse período, é importante que a grávida se mantenha bem hidratada e tente se mexer durante o voo. No dia a dia, devem ser tomadas precauções gerais, como uso de meias elásticas, realização de atividade física e controle clínico e obstétrico regular.

Tratamento:

De acordo com o histórico pessoal e familiar, e com os resultados dos exames de trombofilia, pode ser necessário uso de heparina e/ou ácido acetilsalicílico. No caso das futuras mães, deve ser feito de modo injetável (jamais oral) e respeitado com rigor.

Fontes: Pais e Filhos e Crescer

Kika Nalli

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19/03/2017

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Vacinas na gravidez

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A gestação é um período maravilhoso mas também de muitas dúvidas… Lembro que ficava com muito medo de consumir determinados tipos de alimentos, fazer certas atividades físicas e até de tomar vacinas!!!!

Como planejamos as nossas duas gestações, colocar o calendário de vacinação em dia fez parte do meu pré natal. Então engravidei com a maioria das vacinas importantes em ordem! Para as mamães que estão planejando a gravidez, vale a pena discutir esse assunto com o seu ginecologista. manter a carteira de vacinação em dia traz benefícios tanto para a gestante quanto para o bebê. Além de proteger a futura mamãe destas doenças, a transferência de material por meio da placenta leva o bebê a receber os anticorpos gerados pelo organismo da gestante, o que aumenta a sua imunidade também.

Mas tem muitas mamães que são pegas de surpresa… E aí? Posso tomar as vacinas grávidas? Quais delas são recomendadas? Quais tenho que evitar? Apesar de ser um tema que DEVE ser discutido com o médico, li um artigo que esclarece um pouco essas dúvidas!!!

E por aí? Como anda o seu pré natal?

Beijos!

vacina na gestação

Vacinas que podem ser tomadas:

Hepatite A – Apesar de não ser considerada prioridade para gestantes, ela pode ser indicada em casos específicos (como viagem para localidades com estrutura sanitária precária, por exemplo). Pode ser tomada do segundo trimestre de gestação em diante, em duas doses. Não está disponível na rede pública para adultos.
Hepatite B – Previne uma doença silenciosa que pode ser transmitida para o bebê tanto durante a gestação quanto na hora do parto. São três doses que podem ser tomadas a partir do segundo trimestre de gravidez e está disponível na rede pública.
Influenza – Importante principalmente pelo fato de que a gripe, seja ela a comum ou a AH1N1, é bem mais grave durante a gravidez, podendo trazer sérios riscos à saúde de mãe e bebê. Ela deve ser tomada em dose única e em qualquer fase da gestação, lembrando que é também distribuída gratuitamente na rede pública de saúde.
Tríplice bacteriana (acelular do tipo adulto dTpa) – Protege a gestante contra a difteria, tétano e coqueluche e está disponível na rede pública. Vale lembrar que essa vacina imuniza o recém-nascido contra a coqueluche. Pode ser tomada no máximo até 20 dias antes do parto.
Meningocócica Conjugada – Esta vacina é recomendada somente em três casos: quando ocorrem surtos de meningite; quando a gestante nunca foi imunizada contra a doença; ou quando foi vacinada há mais de cinco anos. Pode ser tomada em qualquer período da gestação, mas não está disponível na rede pública.

Vacinas Proibidas:

A recomendação dos especialistas é para que sejam evitadas quaisquer vacinas que sejam produzidas à base de micro-organismos enfraquecidos, pois há sérios riscos de que o feto seja contaminado pela doença contra a  qual a gestante está sendo imunizada.
Entre as vacinas que se encaixam neste quadro – e que estão proibidas para gestantes – pode-se destacar:
  • Tríplice Viral
  • Varicela
  • Febre Amarela

Fonte: A Revista da Mulher

Kika Nalli

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17/03/2017

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Quando passar o meu filho do berço para a cama

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Estava conversando com uma amiga que está desesperada com a nova situação da casa dela. Sua filha Julia de 2 anos e meio, estava ficando “pequena” para o berço e os pais resolverem comprar uma cama linda para ela. Desde então é um show na hora de dormir e a Julinha vem acordando várias vezes durante a noite… Ela estava super chateada com a situação e se culpando por talvez ter antecipado essa transição.

Aqui em casa foi bastante tranquilo com as minhas duas! O berço se transformava em mini cama, então à partir do momento que notava que elas estavam tentando escalar as grades eu e meu marido já conversávamos com elas, explicando que tinham ficado mocinhas que já estava na hora de ter uma caminha… Elas se sentiam super “grandes”! A troca pela caminha era motivo de festa, de ligações para os avós e familiares para contar a novidade.

Mas realmente essa transição pode gerar duvidas e angustias para os pais. Será que realmente existe “o momento ideal”? E se anteciparmos essa fase? Ou atrasarmos? O que pode acontecer?

Segundo alguns especialistas mudanças bruscas e fora de época podem gerar alguns traumas. Além disso a segurança deve ser levada em consideração. Então como e quando devo fazer isso?

Geralmente a troca do berço pela cama pode acontecer entre 1 ano a 3 anos e meio. Tudo vai depender de cada bebê e do seu desenvolvimento.

Tente fazer o processo da forma mais natural possível, apontando os ganhos e mostrando tudo pelo melhor caminho. Vale a pena fazer bastante festa e elogiar muito o momento! Por aqui ajudou muito!

Nunca force a criança! Sempre achei que uma boa conversa, adequada para a idade, funciona muito! A Luísa, por exemplo, ama a Ariel. Meu marido falou que a Ariel tinha uma cama igual, que era de princesa, etc… Ela topou na hora!!!

Uma das coisas que pode ajudar também é envolver a criança na mudança… Ir com ela escolher a cama, comprar um jogo de cama novo…

Enfim, como em tudo na maternidade, não existe uma receita pronta! Temos que sentir e respeitar a individualidade de cada criança e com muito carinho e paciência tentar conduzir essa fase.

E por aí? Como foi essa troca?

Conte pra gente!

Beijos!

troca berço e cama

 

Kika Nalli

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