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19/04/2017

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O que é o Vírus Sincicial Respiratório

Mamães e Papais

Com a chegada do outono as doenças respiratórias, como o vírus Sincicial Respiratório,  chegam com tudo também, deixando as mamães e papais de cabelos em pé, não é mesmo?

 

Semana passada muitos meios de comunicação publicaram sobre o crescimento do Vírus Sincicial Respiratório nesta época do ano e o alerta sobre os cuidados para evitar este tipo de contaminação nos pequenos.

O caso está tão sério que inclusive hospitais particulares tiveram que fechar as portas devido a falta de leitos com tanta demanda.

O cuidado para evitar a doença é simples e está no texto abaixo.

Beijos e boa leitura!

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O vírus sincicial respiratório (VSR), que pertence ao gênero Pneumovirus, é um dos principais agentes de uma infecção aguda nas vias respiratórias, que pode afetar os brônquios e os pulmões. Na maior parte dos casos, ele é responsável pelo aparecimento de bronquiolite aguda (inflamação dos bronquíolos, ramificações cada vez mais finas dos brônquios que penetram nos alvéolos pulmonares) e pneumonia, especialmente em bebês prematuros, no primeiro ano de vida. Até mesmo aqueles que receberam anticorpos das mães durante a gestação são vulneráveis à infecção pelo vírus sincicial respiratório.

Segundo a Associação Americana de Pediatria, fazem parte dos grupos de risco para desenvolver formas graves da doença, além dos prematuros, os portadores de distúrbios cardíacos congênitos, de doenças pulmonares crônicas e de imunodeficiência congênita ou adquirida. Tabagismo passivo, ambientes pouco ventilados e com muita gente, desmame precoce visto que pode afetar o fortalecimento do sistema imunológico da criança, são outras condições que favorecem a manifestação desses quadros infecciosos.

A infecção pelo VSR é altamente contagiosa. Há evidências de que até os três anos de idade, todas as crianças já entraram em contato com esse vírus sem desenvolver a forma grave da doença. Além disso, como não confere imunidade permanente, ao longo da vida a pessoa pode apresentar episódios recorrentes da enfermidade, mas com sintomas menos agressivos.

Apesar de não estarem associados à vigência de baixas temperaturas, os casos de infecção pelo VSR são mais frequentes no final do outono, durante o inverno e no início da primavera, o que, no hemisfério sul, corresponde aos meses compreendidos entre maio esetembro. Já, nas localidades de clima tropical ou subtropical, os surtos sazonais ocorrem mais no período chuvoso.

Qualquer pessoa pode ser infectada pelo vírus sincicial respiratório. As manifestações clínicas variam de acordo com a idade (nos dois extremos da vida são mais graves), a exposição anterior ao vírus e a existência de doenças subjacentes.

Transmissão

O vírus sincicial respiratório penetra no organismo saudável através das mucosas da boca, do nariz ou dos olhos, e nele pode permanecer por semanas. O período de transmissão começa dois dias antes de aparecerem os sintomas e só termina quando a infecção está completamente controlada.

O contágio se dá pelo contato direto com as secreções eliminadas pela pessoa infectada quando tosse, espirra ou fala e, de forma indireta, pelo contato com superfícies e objetos contaminados (brinquedos e maçanetas de portas, por exemplo), nos quais o vírus pode sobreviver por várias horas.

Sintomas

A infecção pelo vírus sincicial respiratório pode ser assintomática. No entanto, a maioria das pessoas infectadas desenvolve uma doença autolimitada, ou seja, os sintomas desaparecem espontaneamente em poucos dias. O período de incubação dura, em média, cinco dias. Nos adultos e crianças maiores com boas condições de saúde, os sintomas são semelhantes aos do resfriado comum – secreção nasal, espirros, tosse seca, febre baixa, dor de garganta e dor de cabeça.

Com a progressão da doença, porém, a infecção pode alcançar o trato respiratório inferior e afetar bronquíolos, alvéolos e pulmões. Por isso, merecem atenção e cuidado os seguintes sinais clínicos: febre alta, muita tosse, dificuldade para respirar, adejo nasal (batimentos acelerados das asas do nariz provocado por obstrução das vias aéreas), cianose labial e nas extremidades (lábios e unhas arroxeados), pieira (sibilo ou chiado no peito provocado pelo estreitamento dos brônquios inflamados), tiragem intercostal (retração e afundamento dos espaços entre as costelas durante a inspiração), falta de apetite, letargia.

Diagnóstico

O diagnóstico leva em conta os sintomas, especialmente nas épocas do ano em que a infecção pelo vírus sincicial respiratório é mais comum.

Exames de laboratório realizados em amostras de sangue ou da secreção colhida no nariz e na garganta do doente podem ser úteis para identificar a presença do vírus ou de seus anticorpos e alertar os órgãos de saúde sobre a ocorrência de surtos sazonais epidêmicos. A radiografia do tórax é outro exame disponível para confirmar o diagnóstico.

Prevenção

Embora haja muitos projetos em andamento, ainda não existe uma vacina eficaz contra a infecção pelo vírus sincicial respiratório.  A prevenção está diretamente associada aos cuidados básicos de higiene, especialmente à lavagem frequente das mãos com água e sabão, à aplicação de álcool gel antes e depois de entrar em contato com o doente e à desinfecção de superfícies e objetos expostos a secreções corporais contaminados pelo vírus. Evitar aglomerações em locais fechados e manter distância das pessoas que apresentam sinais da doença são outras medidas importantes para controlar a disseminação do VRS.

Crianças até os dois anos de idade, com alto risco de desenvolver complicações graves se forem infectadas pelo vírus sincicial respiratório, podem contar com um medicamento profilático – a imunoglobina monoclonal humanizada – para prevenir a forma grave da doença. Chama-se palivizumabe, teve o registro aprovado pela Anvisa e a distribuição gratuita é garantida pelo SUS.  O remédio deve ser administrado em cinco doses consecutivas, uma a cada 30 dias. A primeira deve ser aplicada um mês antes do início do período sazonal previsto para maior circulação do vírus.

Tratamento

Como costuma ocorrer com a maioria das viroses, o tratamento é sintomático. Na maioria dos casos, basta recorrer a medicamentos para baixar a febre, aliviar a dor e o mal-estar, fazer repouso, tomar muito líquido para evitar a desidratação e permanecer em ambientes com ar umidificado para facilitar a saída da secreção nasal e acalmar a tosse.

Pacientes com insuficiência respiratória grave devem ser hospitalizados para receber suporte ventilatório mecânico e medicamentos específicos, como

broncodilatadores e antibióticos, se houver uma infecção por bactérias associada o que pode agravar o quadro e até levar à morte.

O antiviral ribaverina, utilizado sob a forma de aerosol microparticulado, demonstrou efeitos benéficos no tratamento da infecção do trato respiratório inferior pelo VRS. No entanto, embora essa droga tenha recebido aprovação do FDA (Food and Drug Administration) americano, é contraindicada para crianças que necessitam de ventilação assistida e para mulheres grávidas ou que pretendem engravidar, porque pode prejudicar o desenvolvimento do feto.

Recomendações

* Lembre que a lavagem e higienização das mãos antes e depois de lidar com o paciente ou com objetos e superfícies por ele contaminados é medida essencial para evitar a infecção pelo vírus sincicial respiratório, que é muito contagioso;

* Procure atendimento médico sem demora, se, independentemente da idade, a pessoa apresentar dificuldade para respirar, febre alta e coloração azulada nos lábios e nas unhas;

* Considere que a dor de ouvido dos bebês e das crianças pequenas pode ser sintoma de uma infecção aguda da orelha média, que ocorre quando o vírus sincicial respiratório penetra nos espaços atrás do tímpano;

* Mantenha o doente longe da fumaça de cigarro;

* Esteja atento. Adultos maiores de 60 anos, crianças com menos de dois anos, pessoas com doenças do coração e do pulmão, transplantados e imunodeprimidos são pacientes de risco para a forma grave da infecção pelo VSR, que pode levar a óbito se não receber o atendimento necessário.vsr

FONTE: Drauzio Varella

Fefa Alfano

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14/04/2017

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A importância dos padrinhos na vida da criança

Mamães e Papais

Muitas pessoas não fazem ideia da importância dos padrinhos na vida da criança e acham que é só dar presente no aniversário e no Natal.

 

Por isso, resolvi falar sobre a importância dos padrinhos na vida da criança, já que sou muito grata pelas minhas escolhas, pois são muito presentes.

Também sou muito feliz em ter um afilhado e uma filhada, eles são tudo pra mim e tenho certeza que sempre farei o que puder para ampará-los, dar força e carinho.

Você sabe a missão desta tarefa? Claro que não é apenas levar o título e vai muito além disso.

Abaixo 7 ideias sobre a missão que você tem como padrinho/madrinha:

1. Sua vida é seu currículo

Seu testemunho de vida é fundamental para iluminar a vida do seu afilhado em seu caminho cristão.

2. Dê o melhor presente

O melhor presente que você pode dar para o seu afilhado não é algo material no aniversário ou no Natal, e sim um acompanhamento sincero da sua vida espiritual e da sua relação com Jesus.

3. Você não é um pai/mãe substituto(a)

Faz parte da sua missão acompanhar também os pais do seu afilhado, fazer parte dessa família espiritual unida pela fé.

4. Compartilhe o que você tem de melhor

Os padrinhos compartilham sua fé; portanto é preciso alimentá-la e fazê-la crescer, estar preparados para responder às dúvidas do afilhado e acompanhá-lo em seus momentos de escuridão, iluminados especialmente pela Palavra de Deus.

5. Pratique o que você ensina

Os padrinhos são chamados a ser assíduos em sua paróquia, comprometidos com sua fé e com a vida da Igreja, especialmente no que diz respeito à vivência dos sacramentos.

6. Mantenha-se próximo

Procure criar um laço afetivo real com seu afilhado e sua família, compartilhando o tempo juntos, conhecendo seu processo e seu desenvolvimento como pessoa e como cristão.

7. Assuma sua responsabilidade plenamente

O batismo abre as portas do céu ao batizado, que se torna parte da Igreja, filho de Deus e com vocação à vida eterna. Quem aceita ser padrinho ou madrinha o faz de forma permanente, como demonstração de amor, mas também como um serviço a Deus, acompanhando esse novo cristão em seu desenvolvimento e amadurecimento.

Quem aceita este desafio e esta responsabilidade o faz para sempre, pois a condição de filho de Deus é eterna; portanto sua tarefa de amor, companhia, cuidado e orientação não acaba quando seu afilhado se torna adulto, mas continua durante a vida inteira.

FONTE: Aleteia 

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Fefa Alfano

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12/04/2017

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O que é Vérnix Caseoso?

Mamães e Papais

Outro dia estava vendo um debate entre pediatras sobre retirar ou não o Vérnix caseoso do bebê assim que ele nasce. Mas vamos com calma… Para entrarmos nessa discussão, precisamos saber o que é esse tal Vérnix Caseoso e para que serve.

Acho que vale a pena discutir com o futuro pediatra do seu bebê sobre a remoção do Vérnix de forma imediata ou não! E caso optem por esperar, não se esqueça de incluir essa observação no seu plano de parto e pedir para que o seu obstetra oriente toda a equipe da sala de parto!
Beijos!!!!
vérnix caseoso

O que é o Vérnix Caseoso:

O vérnix caseoso é um material gorduroso branco, formado pelo acúmulo de secreção das glândulas sebáceas e inclui células epiteliais e lanugem, recobrindo a pele ao nascimento.

Pode estar presente sob a forma de uma camada muito fina ou muito espessa. Varia de bebê para bebê, e não tem nenhum significado clínico.

Quando ele é formado:

Ele é formado entre a 17ª e a 20ª semana de gestação e é elemento importante para a maturação intestinal.
É produzido em geral até a 38ª semana gestacional, tem um importante poder de impermeabilização durante a vida fetal e também é muito importante sua ação antibacteriana na pele do neonato.

Em geral bebês mais maduros, com mais de 40 semanas apresentam menos vernix. Já os mais prematuros costumam nascer protegidos pela substância.

Função do Vérnix:

1. Hidratação: Devido ao seu alto teor de água, o vérnix atua como um agente hidratante e aumenta a plasticidade da pele do bebê.

2. Barreira natural contra possíveis infecções: O vérnix atua como uma barreira mecânica contra infecções bacterianas, inibindo o crescimento de bactérias e protegendo a pele do bebê.

3. Auxilia na Formação do manto ácido: No nascimento, o pH da pele é praticamente neutro. Aos poucos, o pH da pele atinge 5,5, um nível ligeiramente ácido e necessário para a defesa da pele contra o aparecimento e crescimento de bactérias patogênicas. A acidificação também mantém a integridade da barreira epidérmica. O manto ácido leva em torno de 2 a 8 semanas para desenvolver-se completamente, dependendo da idade gestacional do bebê.

4. Proteção solar: por conter melanina em sua composição, o vérniz também protege o recém-nascido da radiação ultravioleta e da luz solar.

5. Propriedades regenerativas: O vérnix contribui para a regeneração da pele. As suas propriedades de cura estão sendo estudadas para o tratamento de pacientes adultos com úlceras nos membros inferiores ou em feridas perineais após o parto. Tais propriedades também são usadas no tratamento da dermatite atópica, contra infecções bacterianas e no tratamento de pacientes com queimaduras.

Este material protetor já atuava antes mesmo do nascimento, protegendo o feto contra microorganismos presentes no líquido amniótico.

Como e quando ele deve ser retirado:

Ele pode ser absorvido e retirado com o atrito das roupas, ou pode ressecar e soltar-se no primeiro dia de vida.

Após o nascimento, ele continua protegendo a pele, porém, após as 24 horas de vida sua remoção é recomendada para evitar infecções e alergias causadas pela alta umidade.

Em alguns casos, sua remoção deve ser realizada logo após o nascimento, como é o caso de crianças filhas de mães com HIV, historia de infecções prévias e perinatais, e também em casos de líquido amniótico meconial ou fétido.
Segundo as Diretrizes da Organização Mundial de Saúde para os cuidados com o recém-nascido, o vérnix não deve ser  removido imediatamente. O banho deve ser adiado por pelo menos seis horas após o nascimento.
Fonte: Baby Center e Vila Mamífera

Kika Nalli

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