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22/11/2014

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Alimentação na gestação

Colaboradores

É com muita alegria que hoje compartilhamos esse texto da nutricionista funcional Andrezza Botelho, sobre “Alimentação na Gestação”.
Alimentar-se bem é fundamental, na gravidez então, nem se fala. Nós duas tivemos uma alimentação bem balanceada e cheia de bons nutrientes nas duas gestações. Sempre nos preocupamos com o que estávamos “dando” para nossos bebês, para que eles se desenvolvessem da forma mais saudável possível dentro de nossas barrigas.
Boa leitura e até a próxima!
Beijocas
“ALIMENTAÇÃO NA GESTAÇÃO”
Na gestação, ocorrem alterações hormonais significativas, além disso, os nutrientes da sua alimentação estão sendo desviados para o feto em desenvolvimento. É por isso que surgem os sintomas de carências nutricionais, como: sensibilidade na gengiva, dificuldade de digestão, queda de serotonina (compulsão alimentar no fim da tarde). Por conta do aumento da pressão abdominal, procure fracionar as refeições, que devem ter pequeno volume e ser constituídas de todos os grupos alimentares: carboidratos integrais (arroz/ pão/biscoito/cereal matinal integral), leguminosas (feijão, preto, fradinho, carioca, lentilha, grão de bico, ervilha e feijão branco), verduras, legumes e frutas, gorduras saudáveis (azeite extravirgem, óleo de linhaça, nozes, castanhas, macadâmia, abacate) e proteína animal ( sempre variando o consumo: carne vermelha, peixe, ovo, frango). Dê preferência às fibras abrandadas pelo cozimento (hortaliças refogadas, legumes cozidos, no vapor) para suavizar o processo de digestão.
Invista na mastigação adequada, que é o primeiro passo da digestão e nenhum outro processo a substituirá. Isso porque os dentes são as estruturas mais rígidas que temos no aparelho digestivo. Um alimento bem mastigado é bem digerido, bem absorvido e bem utilizado pelas células.
Uma forma automática e natural de corrigir a mastigação (além de aumentar o teor de fibras no prato) é não ingerir líquido junto com as refeições. Esse hábito dificulta a digestão. Procure se hidratar corretamente durante o dia para não ter necessidade de fazê-lo durante as refeições.
Diminua o consumo de sal para evitar inchaço e risco de hipertensão. Ao invés disso, utilize temperos naturais, ervas aromáticas que além de conferir sabor ao alimento, são antioxidantes, protegendo o organismo da pressão alta e de lesões nas artérias e fazer os caldos naturais. Além de diminuir o sódio, aumente o consumo de alimentos fonte de Magnésio. Este mineral é importantíssimo para evitar a hipertensão arterial, sendo encontrado em hortaliças verde-escuras e arroz integral.
Procure reduzir o consumo de carboidratos simples e refinados (doces, arroz e pão brancos) eles são nutricionalmente pobres e ainda sobrecarregam o pâncreas com a produção excessiva de insulina, que passa a não funcionar adequadamente, alterando o equilíbrio orgânico e provocando aumento do depósito de gordura em região abdominal, principalmente, além de predispor o organismo às doenças crônicas que coexistem com a obesidade.
A orientação de um plano alimentar hipoalergênico e individualizado para a mãe durante a gestação e lactação do bebê diminui a sensibilização da criança nos primeiros anos de vida. É importante EVITAR substâncias artificiais, como corantes, conservantes, aditivos químicos, adoçantes artificiais, alimentos industrializados e variar bastante a sua dieta fazendo uma rotatividade nos alimentos consumidos.
Atenção:
A saúde de uma pessoa é determinada já na concepção, muito antes do nascimento, sendo dependente das condições de saúde da mãe (estado nutricional) que chamamos de programação metabólica.  Como na maioria das vezes o desenvolvimento de uma doença (no adulto) tem suas raízes lá na infância, a ingestão de alimentos/nutrientes funcionais no primeiro estágio da vida é o melhor caminho para a prevenção das mesmas.
Devido às suas características nutricionais, o leite materno é considerado o primeiro alimento funcional que o indivíduo recebe. Isto porque ele está relacionado com o desenvolvimento cognitivo e sensorial e protege o bebê contra infecções (diarréia e pneumonia) e doenças crônicas (diabetes). Além disso, contribui para a saúde materna reduzindo o risco de câncer de ovário e mama.
O que o torna um alimento tão especial é a quantidade e proporção correta de nutrientes essenciais para a saúde. Além disso, ele possui substâncias que fortalecem o sistema de defesa do organismo.
Da 32- semana de gestação ao 2- ano de vida, a criança passa por um período de intenso crescimento cerebral, que é o depósito progressivo de ácidos graxos (gordura – ômega 3 e ômega 6) no sistema nervoso central. Esse tipo de gordura, com adequada proporção e perfeito equilíbrio, é encontrado no leite materno.

Assim, o aleitamento materno é importante tanto pelas vantagens nutricionais acima relatadas como psicológicas (vínculo mãe-filho).
Andrezza Botelho – Nutricionista funcional Pós graduada em estética e cosmetologia proprietária e diretora científica da clinica Andrezza Botelho Nutricao é Bem Estar. Tel: (011) 50821598

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