Adoção – Filhos do coração

Gente, esse é um assunto um pouco polêmico… Tenho casos na família de adoção e admiro muito todas as pessoas que tem essa vocação (Sim! Adoção é vocação! Não é para qualquer um…). É uma gestação diferente, que passa dos papéis e termina no coração.

Sempre tive muita curiosidade de saber como funciona o processo de adoção, os números atuais de crianças e pais que buscam essa união, assim como as leis que vigoram atualmente. É claro que sou super leiga na área do direito e fiz esse post com informações que busquei em algumas fontes (créditos no final do post). Mas achei super interessante levantar essa bandeira para incentivar quem busca a adoção e tentar conscientizar um pouco as pessoas através de informação. Um conselho para quem quer se aprofundar mais no assunto, é buscar a ajuda de um advogado ou alguma instituição ( na OAB existe uma Comissão Especial de Direito à Adoção).

Se você adotou um anjinho ou está na fila do processo, conte para a gente um pouco sobre suas experiências. Já ouvimos depoimentos emocionantes, que tocam o fundo da alma!

Beijos!!!

O Cadastro Nacional de Adoção (CNA) foi lançado em 2008, como uma ferramenta digital para auxiliar os Juízes da vara da infância e juventude na condução dos processos de adoção de todo o país. O programa possui uma automação no cruzamento de dados que permite que o sistema encontre perfis de crianças e pretendentes que vivem em estados e regiões diferentes.

Os números são altos: quase 6000 crianças e cerca de 33 mil pretendentes estão cadastrados e o processo de adoção leva em média 1 ano.

No site você consegue acessar o guia de usuário, para saber como funciona o Cadastro Nacional de Adoção (clique aqui). Achei muito interessante também, que eles disponibilizam os relatórios estatísticos tanto das crianças/adolescentes quanto dos pretendentes. Esses relatórios mostram o número total de pessoas cadastradas, divididos por raças, regiões, sexo, faixa etária. São planilhas disponibilizadas em PDF super didáticas e de fácil compreensão (veja aqui).

Outro mecanismo de busca de informação sobre a adoção é o site da OAB SP . Eles elaboraram uma cartilha com perguntas e respostas sobre a adoção como: Aspectos gerais da adoção, processo de habilitação e cadastro de pretendentes, tempo de espera, estágio de convivência, poder familiar, processo de adoção, procedimentos extrajudiciais, adoção internacional, adoção por homossexuais e grupos de estudo e apoio à adoção.

Selecionei algumas perguntas para vocês:

Quem pode e quem não pode adotar? Pessoas maiores de 18 anos, independente do estado civil, que tenham sido avaliadas e consideradas aptas para adoção.É necessária diferença de 16 anos entre adotante e adotado.

Existe limite máximo de idade para adotar? Não, qualquer pessoa em pleno gozo de suas faculdades mentais e com capacidade civil, pode adotar.

Deve-se contar ao filho adotivo sobre a sua adoção: Sim , é imprescindível contar à criança que ela foi adotada por diversas razões.

Fontes: Site do Conselho Nacional de Justiça – CNJ  

Site da OAB SP

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