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23/03/2017

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Mobile – Inspirações em papel

Casa

Para finalizar essa série de inspirações de mobiles para serem feitos em casa, escolhi os mobiles de papel! Veja as inspirações de mobiles em crochê aqui e feltro aqui.

Acho um trabalho super minucioso os recortes, dobras e origamis! Além disso hoje existe todo o arsenal para Scrap Book com papéis e cortadores maravilhosos!

Só não sei como é a durabilidade e a questão da limpeza! Mas que é de babar, isso é!!!

E vocês? O que acham dos mobiles de papel?

Beijos!

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Kika Nalli

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22/03/2017

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Diástase

Vida de Mãe

Oie.

Tudo bem com vocês?

Hoje vou reforçar sobre um assunto que já foi abordado aqui e que sempre nos perguntam: Diástase!

A barriga muda demais após a gestação, mas tratando o músculo reto abdominal pode voltar ao normal.

Boa leitura!

Beijocas

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A diástase músculo da barriga (conhecido como reto abdominal) é uma manifestação clínica visível na parte do meio da barriga, onde se observa uma abertura ou abaulamento da região, principalmente durante esforços. Ela ocorre mais comumente em mulheres que passaram por diversas gestações, pois resulta em aumento do útero típico da gravidez, que acaba “empurrando” os músculos abdominais para os lados. No entanto, existem outras causas de diástase do reto abdominal, tais como: excesso de peso, desnutrição e aumento da pressão intra-abdominal (que pode ocorrer devido a um tumor, por exemplo).

O músculo reto abdominal funciona como duas longas cintas que sustentam a região anterior do abdômen, desde o processo xifoide (parte de baixo do osso do peito) até o osso púbico (parte do meio da bacia). Quando os dois músculos se distanciam, a parte entre eles fica sem sustentação e acaba abaulando a região.

Esta separação do músculo reto abdominal pode comprometer a estabilidade corporal e a mobilidade, contribuindo para o aparecimento de dor nas costas, comprometendo a postura, além de problemas estéticos.

Mulheres que não fazem exercícios físicos e, assim, não têm o abdômen trabalhado, desenvolvem mais chances de apresentar o problema. Contribuem também hormônios da gestação que causam o relaxamento muscular, um bebê grande e excesso de líquido amniótico.

Diagnóstico e prevenção da diástase

Além do exame físico realizado pelo seu médico, o ultrassom e tomografia são exames que comprovam e medem com mais detalhes o local e extensão da diástase. Esses exames são solicitados pelo convênio médico da paciente caso deseje realizar o tratamento clínico ou cirúrgico da moléstia.

Existem muitos graus de diástase e os tratamentos são sempre personalizados para cada caso. Pode existir hérnia no local da diástase que também deve ser abordada (se existir indicação para isso).

Infelizmente, não é possível prevenir a diástase, mas manter o espaçamento entre as gestações em pelo menos dois anos e realizar exercícios físicos que fortaleçam a região pode reduzir as chances.

Tratamento da diástase

Clinicamente, pode-se realizar tratamentos com fisioterapeuta ou profissional de saúde habilitado para orientar o fortalecimento dos músculos acometidos. Exercícios mau executados podem causar uma piora da queixa e por isso é fundamental procurar ajuda especializada.

Se a gestação causar afastamento dos músculos menor que quatro centímetros, muitas vezes é possível reverter a situação com exercícios físicos em até três meses. Se for maior, pode ser necessária uma cirurgia para unir os lados, usualmente realizada por cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

A cirurgia consiste num corte transversal no abdome inferior (como se fosse uma cesariana) com descolamento do tecido até o nível do umbigo ou acima se for necessário. Faz-se uma aproximação dos músculos sendo eles fixados pela aponeurose (uma pele grossa que recobre a musculatura abdominal como se fosse uma cinta). Esta cirurgia também é estética pois diminui o volume do abdome e define a cintura da paciente. Nesses casos ela é associada a uma miniabdominoplastia ou a uma abdominoplastia clássica.

O tempo de recuperação após o parto é diferente para cada mulher. Isso pode depender do corpo que você tinha antes de engravidar e pode levar apenas alguns meses ou até mais de um ano para que a recuperação completa ocorra.

O tempo de recuperação após o parto é diferente para cada mulher. Isso pode depender do corpo que você tinha antes de engravidar e pode levar apenas alguns meses ou até mais de um ano para que a recuperação completa ocorra.

Fonte: Minha Vida 

Fefa Alfano

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21/03/2017

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Morte súbita em bebês

Mamães e Papais

Gente, só de escrever o título desse post já me deu um arrepio! A morte súbita é uma das coisas que nos deixa muito aflitos, né? Lembro de acordar no meio da noite para checar se as meninas estavam respirando, se estava tudo bem!

Fora que muitas vezes as informações chegam um pouco desencontradas. Por exemplo: devo colocar o bebê para dormir de lado? De bruços? De barriga para cima? Cada hora você escuta um palpite e isso vai gerando uma certa insegurança e pânico!

Li uma matéria super explicativa que abordava o assunto. Acho muito importante sabermos a causa e os possíveis cuidados para evitar essa tragédia!

Espero que acalme um pouco os corações dos pais de recém nascidos! Aproveitem para discutir com o seu pediatra sobre o assunto e esclarecer dúvidas e medos!

Beijos!

morte súbita

O que é a Morte Súbita em bebês:

A Síndrome da Morte Súbita em Lactentes (SMSL), também conhecida como Síndrome da Morte Súbita da Infância (SMSI) ou Morte do Berço, é caracterizada pela morte inesperada do bebê com menos de 12 meses. O problema ocorre em geral durante sono, sem evidências claras ou causas específicas.

O que pode causar maior incidência:

Os casos de morte súbita são mais comum em climas frios e quando os bebês são expostos ao tabaco – depois que nascem ou mesmo antes, durante a gestação.

O problema acontece geralmente com bebês colocados para dormir de bruços, principalmente antes dos 6 meses de vida. Também são mais frequentes quando os recém-nascidos são colocados para dormir junto com os pais ou com objetos (bichinhos, cobertas, entre outros).

Principais causas:

A teoria mais aceita  atualmente é a que defende que o problema ocorra pela imaturidade do sistema nervoso central dos bebês.

Este estágio não desenvolvido do sistema neural poderia alterar as seguintes funções do organismo do bebê:

  • mecanismo de despertar e do sono;
  • padrão respiratório;
  • controle dos batimentos cardíacos;
  • temperatura corporal.

Como evitar:

Infelizmente não existem exames a serem feitos que possam antecipar o problema, seja na gestação ou após o nascimento.

  • nunca deitar o bebê de bruços antes dos seis meses;
  • não colocar cobertores e objetos (bichinhos) no berço;
  • evitar travesseiros ou colchões fofos;
  • não usar protetores de berço;
  • evitar exposição ao fumo.

Após os seis meses, quando a criança sozinha muda de decúbito, não é preciso colocá-la mais de barriga para cima.

Fonte: A revista da Mulher

Kika Nalli

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