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22/04/2017

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Receita: Fettucine com Salmão Cremoso

Alimentação

Montar o cardápio da semana (ou do final de semana) muitas vezes pode ser uma tarefa cansativa e difícil. Por isso criamos essa sessão de culinária aos sábados aqui no blog! Esperamos ajudar vocês com receitas variadas, que testamos e aprovamos!

Hoje a receita será em homenagem à minha filha caçula, Luísa! Como a maioria das crianças ela ama macarrão e adora Salmão. Ela come entusiasmada, falando que é o peixe das princesas (por ser cor de rosa).

Por aqui foi sucesso! Espero que seja para vocês também!

Beijos!

Fettucine -com-salmão-e-molho-cremoso

Ingredientes:

500g de fettuccine ou outra massa cozida e escorrida

500g de filé de salmão sem pele cortado em cubos

3 colheres de sopa de manteiga

1 cebola roxa em cubos

1/2 xícara de vinho branco seco

2 dentes de alho picados

1 xícara de creme de leite fresco

2 colheres de sopa de ervas picadas

Sal e pimenta do reino à gosto

Como Fazer:

Em uma frigideira, derreta a manteiga e refogue a cebola até que esteja macia. Acrescente o vinho branco e deixe cozinhar por 1 ou 2 minutos.

Acrescente o alho e creme de leite e reduza a temperatura para baixa. Tempere com sal e pimenta do reino.

Espalhe os pedaços de salmão por cima do molho e tempere com sal.

Deixe cozinhar por 5 minutos, ou até que ele mude de cor brilhosa para opaca, virando o salmão  na metade do tempo.

Acerte o sal, e junte as ervas picadas e o macarrão escorrido. Misture bem e sirva quente.

Fonte: Vai Comer o Quê?

 

Kika Nalli

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21/04/2017

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Trombofilia na gestação – Você sabe o que é?

Sem categoria

Como uma “boa filha” de um angiologista/cirurgião vascular, sempre escutava meu pai falar sobre trombofilia. Sabia que era algo grave, mas não conhecia a fundo o assunto até engravidar!

Claro que durante meu pré natal, meu pai checou cautelosamente se todos os exames foram solicitados para prevenir a trombofilia e graças a deus estava tudo ok!

Mas o assunto é sério pessoal e grave tanto para a grávida como para a saúde do seu bebê. Portanto fiquem atentas e converse com o seu médico sobre a possibilidade de incluir esses exames no seu pré natal! Afinal é melhor prevenir do que remediar!

Pedi muito para o meu pai escrever sobre esse assunto aqui no blog. Porém “casa de ferreiro espeto de pau”, ele não me entregou o texto até hoje! Como considero algo grave e que seria muito bom se nossas gravidinhas ficassem alertas em relação ao assunto, fiz uma pesquisa para tentar esclarecer alguns pontos.

Prometo que se meu pai entregar o texto (oremos!kkk) eu posto também!

Beijos!

trombofilia

O que é a trombofilia?

A trombofilia se caracteriza por alterações – hereditárias ou adquiridas – que fazem o sangue ficar em permanente estado de hipercoagulabilidade. Com essa “solidificação” sanguínea, aumentam os riscos de trombose, levando ao entupimento de artérias e veias. Não se trata de uma doença, mas de uma condição que pode ter diferentes causas.

Porque na gravidez a trombofilia ainda é mais perigosa?

Na gestação as chances se multiplicam. As gestantes, por já estarem submetidas a um estado de hipercoagulabilidade típico da gravidez, têm a ameaça de fenômenos trombóticos elevada em muitas vezes.

Sinais de alerta:

O que pesa mais é o histórico pessoal e familiar da mulher. Se ela já teve um ou mais episódios de trombose, há grandes chances de que isso se repita durante a gestação. Caso familiares mais próximos (pai, mãe, avós e irmãos) tenham histórico de infarto, AVC ou morte súbita antes dos 50 anos também vale investigar se há relação com a trombofilia.

Desconfia-se que a gestante possa ter algo relacionado quando ela apresenta histórico de abortos de repetição, mais de uma gravidez complicada com hipertensão, restrição de crescimento fetal, descolamento de placenta, entre outros distúrbios.

Causas:

Há duas possibilidades de origem para a trombofilia. Uma é hereditária, quando a condição está ligada a fatores genéticos. Outra é quando essa condição é adquirida. Neste caso, ela pode ser desencadeada por diversos fatores que aumentam a coagulação do sangue. Entre eles estão o uso de estrogênios, terapia de reposição hormonal, viagens aéreas prolongadas (por causa da pressão), cirurgias, imobilização e também a gravidez. Quando a trombofilia é adquirida, o quadro mais comum é o da síndrome antifosfolípide, ligada à produção de um tipo de anticorpo que estimula a coagulação.

Fatores que podem piorar o quadro:

A gestação gemelar, por exemplo, aumenta o risco de trombofilia porque a mulher produz mais fatores de coagulação. A desidratação também pode agravar a situação porque engrossa o sangue. Vale mencionar ainda o uso de drogas e o cigarro, assim como o excesso de peso, uma vez que a gordura aumenta os riscos de trombose. (Por esse motivo, a gestante deve ficar ainda mais atenta à balança e praticar atividades físicas com regularidade). Quanto mais avançada a idade da mulher, maior é o risco de trombofilia.

Sintomas:

Muitas vezes essa condição é assintomática, mas um dos sinais de alerta é o inchaço repentino. Aquelas gestantes que têm pré-eclâmpsia antes de 34 semanas de gravidez também devem ficar atentas. Outro sinal de alerta é quando a barriga da mãe cresce pouco, já que o bebê não se desenvolve como esperado.

Medidas preventivas:

Se a mulher for viajar de avião, os exames do bebê têm de estar normais e, mesmo assim, os médicos só costumam liberar trajetos mais curtos, com duração máxima de 4 horas. Nesse período, é importante que a grávida se mantenha bem hidratada e tente se mexer durante o voo. No dia a dia, devem ser tomadas precauções gerais, como uso de meias elásticas, realização de atividade física e controle clínico e obstétrico regular.

Tratamento:

De acordo com o histórico pessoal e familiar, e com os resultados dos exames de trombofilia, pode ser necessário uso de heparina e/ou ácido acetilsalicílico. No caso das futuras mães, deve ser feito de modo injetável (jamais oral) e respeitado com rigor.

Fontes: Pais e Filhos e Crescer

Kika Nalli

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19/04/2017

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O que é o Vírus Sincicial Respiratório

Mamães e Papais

Com a chegada do outono as doenças respiratórias, como o vírus Sincicial Respiratório,  chegam com tudo também, deixando as mamães e papais de cabelos em pé, não é mesmo?

 

Semana passada muitos meios de comunicação publicaram sobre o crescimento do Vírus Sincicial Respiratório nesta época do ano e o alerta sobre os cuidados para evitar este tipo de contaminação nos pequenos.

O caso está tão sério que inclusive hospitais particulares tiveram que fechar as portas devido a falta de leitos com tanta demanda.

O cuidado para evitar a doença é simples e está no texto abaixo.

Beijos e boa leitura!

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O vírus sincicial respiratório (VSR), que pertence ao gênero Pneumovirus, é um dos principais agentes de uma infecção aguda nas vias respiratórias, que pode afetar os brônquios e os pulmões. Na maior parte dos casos, ele é responsável pelo aparecimento de bronquiolite aguda (inflamação dos bronquíolos, ramificações cada vez mais finas dos brônquios que penetram nos alvéolos pulmonares) e pneumonia, especialmente em bebês prematuros, no primeiro ano de vida. Até mesmo aqueles que receberam anticorpos das mães durante a gestação são vulneráveis à infecção pelo vírus sincicial respiratório.

Segundo a Associação Americana de Pediatria, fazem parte dos grupos de risco para desenvolver formas graves da doença, além dos prematuros, os portadores de distúrbios cardíacos congênitos, de doenças pulmonares crônicas e de imunodeficiência congênita ou adquirida. Tabagismo passivo, ambientes pouco ventilados e com muita gente, desmame precoce visto que pode afetar o fortalecimento do sistema imunológico da criança, são outras condições que favorecem a manifestação desses quadros infecciosos.

A infecção pelo VSR é altamente contagiosa. Há evidências de que até os três anos de idade, todas as crianças já entraram em contato com esse vírus sem desenvolver a forma grave da doença. Além disso, como não confere imunidade permanente, ao longo da vida a pessoa pode apresentar episódios recorrentes da enfermidade, mas com sintomas menos agressivos.

Apesar de não estarem associados à vigência de baixas temperaturas, os casos de infecção pelo VSR são mais frequentes no final do outono, durante o inverno e no início da primavera, o que, no hemisfério sul, corresponde aos meses compreendidos entre maio esetembro. Já, nas localidades de clima tropical ou subtropical, os surtos sazonais ocorrem mais no período chuvoso.

Qualquer pessoa pode ser infectada pelo vírus sincicial respiratório. As manifestações clínicas variam de acordo com a idade (nos dois extremos da vida são mais graves), a exposição anterior ao vírus e a existência de doenças subjacentes.

Transmissão

O vírus sincicial respiratório penetra no organismo saudável através das mucosas da boca, do nariz ou dos olhos, e nele pode permanecer por semanas. O período de transmissão começa dois dias antes de aparecerem os sintomas e só termina quando a infecção está completamente controlada.

O contágio se dá pelo contato direto com as secreções eliminadas pela pessoa infectada quando tosse, espirra ou fala e, de forma indireta, pelo contato com superfícies e objetos contaminados (brinquedos e maçanetas de portas, por exemplo), nos quais o vírus pode sobreviver por várias horas.

Sintomas

A infecção pelo vírus sincicial respiratório pode ser assintomática. No entanto, a maioria das pessoas infectadas desenvolve uma doença autolimitada, ou seja, os sintomas desaparecem espontaneamente em poucos dias. O período de incubação dura, em média, cinco dias. Nos adultos e crianças maiores com boas condições de saúde, os sintomas são semelhantes aos do resfriado comum – secreção nasal, espirros, tosse seca, febre baixa, dor de garganta e dor de cabeça.

Com a progressão da doença, porém, a infecção pode alcançar o trato respiratório inferior e afetar bronquíolos, alvéolos e pulmões. Por isso, merecem atenção e cuidado os seguintes sinais clínicos: febre alta, muita tosse, dificuldade para respirar, adejo nasal (batimentos acelerados das asas do nariz provocado por obstrução das vias aéreas), cianose labial e nas extremidades (lábios e unhas arroxeados), pieira (sibilo ou chiado no peito provocado pelo estreitamento dos brônquios inflamados), tiragem intercostal (retração e afundamento dos espaços entre as costelas durante a inspiração), falta de apetite, letargia.

Diagnóstico

O diagnóstico leva em conta os sintomas, especialmente nas épocas do ano em que a infecção pelo vírus sincicial respiratório é mais comum.

Exames de laboratório realizados em amostras de sangue ou da secreção colhida no nariz e na garganta do doente podem ser úteis para identificar a presença do vírus ou de seus anticorpos e alertar os órgãos de saúde sobre a ocorrência de surtos sazonais epidêmicos. A radiografia do tórax é outro exame disponível para confirmar o diagnóstico.

Prevenção

Embora haja muitos projetos em andamento, ainda não existe uma vacina eficaz contra a infecção pelo vírus sincicial respiratório.  A prevenção está diretamente associada aos cuidados básicos de higiene, especialmente à lavagem frequente das mãos com água e sabão, à aplicação de álcool gel antes e depois de entrar em contato com o doente e à desinfecção de superfícies e objetos expostos a secreções corporais contaminados pelo vírus. Evitar aglomerações em locais fechados e manter distância das pessoas que apresentam sinais da doença são outras medidas importantes para controlar a disseminação do VRS.

Crianças até os dois anos de idade, com alto risco de desenvolver complicações graves se forem infectadas pelo vírus sincicial respiratório, podem contar com um medicamento profilático – a imunoglobina monoclonal humanizada – para prevenir a forma grave da doença. Chama-se palivizumabe, teve o registro aprovado pela Anvisa e a distribuição gratuita é garantida pelo SUS.  O remédio deve ser administrado em cinco doses consecutivas, uma a cada 30 dias. A primeira deve ser aplicada um mês antes do início do período sazonal previsto para maior circulação do vírus.

Tratamento

Como costuma ocorrer com a maioria das viroses, o tratamento é sintomático. Na maioria dos casos, basta recorrer a medicamentos para baixar a febre, aliviar a dor e o mal-estar, fazer repouso, tomar muito líquido para evitar a desidratação e permanecer em ambientes com ar umidificado para facilitar a saída da secreção nasal e acalmar a tosse.

Pacientes com insuficiência respiratória grave devem ser hospitalizados para receber suporte ventilatório mecânico e medicamentos específicos, como

broncodilatadores e antibióticos, se houver uma infecção por bactérias associada o que pode agravar o quadro e até levar à morte.

O antiviral ribaverina, utilizado sob a forma de aerosol microparticulado, demonstrou efeitos benéficos no tratamento da infecção do trato respiratório inferior pelo VRS. No entanto, embora essa droga tenha recebido aprovação do FDA (Food and Drug Administration) americano, é contraindicada para crianças que necessitam de ventilação assistida e para mulheres grávidas ou que pretendem engravidar, porque pode prejudicar o desenvolvimento do feto.

Recomendações

* Lembre que a lavagem e higienização das mãos antes e depois de lidar com o paciente ou com objetos e superfícies por ele contaminados é medida essencial para evitar a infecção pelo vírus sincicial respiratório, que é muito contagioso;

* Procure atendimento médico sem demora, se, independentemente da idade, a pessoa apresentar dificuldade para respirar, febre alta e coloração azulada nos lábios e nas unhas;

* Considere que a dor de ouvido dos bebês e das crianças pequenas pode ser sintoma de uma infecção aguda da orelha média, que ocorre quando o vírus sincicial respiratório penetra nos espaços atrás do tímpano;

* Mantenha o doente longe da fumaça de cigarro;

* Esteja atento. Adultos maiores de 60 anos, crianças com menos de dois anos, pessoas com doenças do coração e do pulmão, transplantados e imunodeprimidos são pacientes de risco para a forma grave da infecção pelo VSR, que pode levar a óbito se não receber o atendimento necessário.vsr

FONTE: Drauzio Varella

Fefa Alfano

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